- Polícia Federal, com autorização do STF, deflagrou nova fase da Operação Sem Desconto e cumpriu 31 mandados de busca e apreensão em quatro estados, incluindo Pernambuco.
- Durante as diligências, maços de dinheiro vivo, em notas de R$ 200, foram encontrados escondidos dentro de uma mala em Pernambuco.
- Além das buscas, oito ordens judiciais para a inclusão de pessoas na tornozeleira eletrônica foram cumpridas, envolvendo investigações sobre fraudes ligadas ao INSS.
- As ações são realizadas em parceria com a Controladoria-Geral da União e atingem entidades de proteção aos aposentados em Distrito Federal, Pernambuco, São Paulo e Paraíba.
- Entre os alvos estão entidades como Unibap, Abenprev, Amar Brasil Clube de Benefícios, Master Prev, Aasap e Andapp, além de ex-dirigentes e ex-servidores do INSS ligados ao esquema.
No âmbito de uma nova fase da Operação Sem Desconto, a Polícia Federal fez cumprir 31 mandados de busca e apreensão e oito ordens de tornozeleira eletrônica, em quatro estados. A ação mira fraudes no INSS e envolve formação de organização criminosa e estelionato previdenciário.
Maços de dinheiro vivo, R$ 200, foram encontrados dentro de uma mala durante as buscas em Pernambuco. A PF confirmou a apreensão e a apreensão de notas está sendo apurada pela investigação.
A operação ocorre com a autorização do STF e contou com a participação da Controladoria-Geral da União. As ações foram executadas em Distrito Federal, Pernambuco, São Paulo e Paraíba.
Entre as alvos, estão entidades ligadas a benefícios de aposentados. Em Brasília, as investigações envolvem a Unibap e a Abenprev. Em São Paulo, Amar Brasil, Master Prev, Aasap e Andapp são investigadas.
Entre os investigados, estão ex-presidentes de organizações ligadas aos benefícios: Felipe Macedo Gomes, da Amar Brasil, e Igor Dias Delecrode, da Aasap. Ambos foram alvos de atuação policial.
Em Pernambuco, o foco são ex-servidores do INSS em Garanhuns. Entre eles está Everaldo Felício de Macedo, apontado como suspeito de receber pagamentos de um empresário ligado ao esquema.
O empresário Antônio Camilo Antunes aparece na investigação como líder do esquema, conhecido na região como o Careca do INSS. A PF trabalha para coletar mais provas sobre o grupo.
A PF não divulgou novos detalhes sobre prisões ou prisões evitadas, mantendo o ritmo de diligências. As autoridades seguem coletando documentos e ouvindo testemunhas para esclarecer o funcionamento do esquema.
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