- PL e Republicanos mantêm reunião a portas fechadas em Brasília para destravar candidaturas estaduais e a campanha de Flávio Bolsonaro.
- Em Minas, o PL mira apoiar o governadoração do Senado Cleitinho (Republicanos), mas pode exigir a retirada de Anthony Garotinho (Republicanos) do Rio de Janeiro.
- Em Mato Grosso, Jayme Campos (PL) e Otaviano Pivetta (Republicanos) discutem a divisão de votos entre os dois lados.
- Dirigentes do PL buscam um empenho mais efetivo do Republicanos na campanha de Flávio Bolsonaro ao Palácio do Planalto.
- A avaliação é de que as manifestações foram tímidas até o momento, iniciadas pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, o 1º vice-presidente Nacional, Márcio Alvim, o Secretário-Geral, Rogério Marinho, e o pré-candidato à Presidência, Senador Flávio Bolsonaro, reuniram-se na sede do PL, em Brasília. O encontro, nesta quarta-feira, contou com a presença de Marcos Pereira, presidente nacional do Republicanos. O objetivo foi destravar candidaturas estaduais e alinhar a campanha de Flávio Bolsonaro.
Entre os temas, houve debate sobre apoio do PL a lideranças do Republicanos em estados-chave, como Minas Gerais e Rio de Janeiro. Em Minas, o PL discute apoiar a candidatura do senador Cleitinho, mas há resistência em relação à pré-candidatura de Anthony Garotinho. No Rio, a discussão envolve possibilidade de condicionamento de apoio à retirada de outro nome.
Em Mato Grosso, a convivência de votos entre Jayme Campos (PL) e Otaviano Pivetta (Republicanos) também foi citada como ponto a ser ajustado. O encontro teve tom reservado e procurou alinhar estratégias para nãoizado quadro eleitoral estadual.
Pontos-chave da reunião
Em pauta, a necessidade de um embarque efetivo do Republicanos na campanha de Flávio Bolsonaro ao Planalto foi enfatizada pelos participantes. A expectativa é ampliar o apoio da oposição de forma coordenada sem deixar de reconhecer divergências locais.
Observa-se que as manifestações públicas até o momento foram consideradas tímidas por parte de alguns participantes, segundo relatos de assessores. A atuação do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, também foi mencionada como indício inicial de posicionamentos que ainda não avançaram.
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