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STF julga mudanças na Lei de Improbidade Administrativa ao vivo

STF retoma julgamento sobre alterações na Lei de Improbidade Administrativa, com foco em dolo, sanções e prescrição, possibility de impactar punições a gestores públicos

Sessão do Supremo Tribunal Federal, plenário julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, com pedido de Medida Liminar, ajuizada pela Associação Nacional dos Membros do Ministério Público - CONAMP, que "regulamenta a preservação e o não comprometimento do mínimo existencial para fins de prevenção, tratamento e conciliação de situações de superendividamento em dívidas de consumo, nos termos do disposto no Código de Defesa do Consumidor.
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  • STF retoma nesta quarta-feira, 27 de maio de 2026, o julgamento de mudanças na Lei de Improbidade Administrativa, com sessão prevista às 14h.
  • O foco da análise inclui exigência de dolo para configuração da improbidade, alterações nas sanções e novas regras de prescrição.
  • A ação direta de inconstitucionalidade 7156, relatada pelo ministro André Mendonça, questiona trechos da Lei 14.230 de 2021; o julgamento estava suspenso por pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes.
  • O plenário também julga o recurso 656558, que trata do alcance das sanções impostas a condenados por improbidade administrativa.
  • A decisão pode impactar processos envolvendo gestores públicos e as consequências eleitorais de condenações por improbidade.

O Supremo Tribunal Federal retoma nesta quarta-feira (27.set.2026) o julgamento de ações que discutem mudanças na Lei de Improbidade Administrativa. A sessão plenária, marcada para as 14h, analisa medidas sobre dolo, sanções e regras de prescrição.

A pauta inclui a ADI 7156, relatada pelo ministro André Mendonça, que questiona trechos da Lei 14.230 de 2021. O julgamento havia sido interrompido por pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes, que devolve a matéria ao plenário para conclusão.

Outra frente em pauta é o RE 656558, sobre o alcance das sanções a condenados por improbidade. O STF já consolidou o entendimento de que o dolo é requisito para caracterizar improbidade, mas o desfecho discutirá efeitos práticos das punições previstas na Constituição, no artigo 37.

A decisão pode influenciar processos envolvendo gestores públicos e a aplicação de sanções em casos de improbidade. Pontos como o tempo de prescrição e as consequências eleitorais de condenações também aparecem na análise.

Além disso, a sessão avalia como as mudanças propostas afetariam a responsabilização de agentes públicos e o funcionamento do aparato público diante de futuras ações judiciais.

O julgamento ocorre no plenário do STF, em Brasília, com transmissão ao vivo para o público, fortalecendo a compreensão sobre a aplicação da Lei de Improbidade e seus impactos administrativos.

Assista ao vivo:

  • Link da transmissão permanece disponível para acompanhar o andamento da sessão e as decisões que forem anunciadas.

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