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Carlos Bolsonaro comenta decisão dos EUA sobre facções terroristas

Carlos Bolsonaro celebra decisão dos EUA de classificar PCC e CV como organizações terroristas estrangeiras; Flávio Bolsonaro pediu a Trump que aceitasse a medida

Carlos Bolsonaro durante fala do ex-presidente Jair Bolsonaro durante encerramento do 1° Seminário Nacional de Comunicação do Partido Liberal PL Metrópoles
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  • O governo dos Estados Unidos classificará o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs).
  • Carlos Bolsonaro celebrou a decisão nas redes sociais, lembrando críticas anteriores à viagem de seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro, a Washington.
  • A medida integra a estratégia de endurecimento do combate ao crime organizado internacional e de sanções a grupos ligados ao narcotráfico.
  • A designação oficial deve entrar em vigor na sexta-feira, 5 de junho, conforme o Departamento de Estado dos EUA.
  • Flávio Bolsonaro afirmou ter pedido pessoalmente a o presidente Donald Trump que classificasse as facções como terroristas, em encontro no Salão Oval; Trump avaliaria o pedido.

O ex-vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro reagiu à decisão dos EUA de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como Organizações Terroristas Estrangeiras. A declaração foi publicada na noite de quinta-feira, 28 de maio, nas redes sociais.

A medida integra a estratégia do governo dos Estados Unidos de endurecer o combate ao crime organizado transnacional e ampliar sanções contra grupos ligados ao narcotráfico. Os EUA informam que o PCC e o CV serão inseridos oficialmente na lista FTO na próxima sexta-feira, 5 de junho.

Contexto e desdobramentos

Flávio Bolsonaro, senador pelo PL do Rio, afirmou ter pedido pessoalmente a Donald Trump que classificasse as facções brasileiras como terroristas. O encontro ocorreu no Salão Oval da Casa Branca, e o ex-presidente americano ainda não respondeu de forma definitiva ao pedido.

Carlos Bolsonaro comentou a situação ressaltando a mudança na postura norte-americana e a defesa de medidas que possam reduzir a violência associada a esses grupos. A administração dos EUA mantém o anúncio como parte de uma nova etapa de combate ao crime organizado internacional.

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