- Eduardo Bolsonaro publicou um vídeo em X agradecendo ao presidente Donald Trump e a oficiais dos EUA pela decisão do Departamento de Estado de classificar o PCC e o CV como organizações terroristas, anunciada em vinte e oito de maio.
- Também foram agradecidos o vice‑secretário de Estado, Christopher Landau, e o assessor de assuntos internacionais com o Brasil, Darren Beattie, por terem contribuído para a decisão.
- O ex‑deputado disse que a medida tornará muito mais difícil a movimentação financeira dos dois grupos criminosos e citou a comparação com o combate a Bin Laden.
- Flávio Bolsonaro, irmão de Eduardo, também comemorou a decisão e participou de reunião com Trump no Salão Oval, no dia vinte e seis de maio, conforme reportagem.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a reclassificação não foi discutida.
Eduardo Bolsonaro agradeceu, em vídeo publicado nas redes sociais, a decisão do Departamento de Estado dos EUA de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. A fala ocorreu após a divulgação oficial do governo americano, nesta quinta-feira (28/5).
O ex-deputado federal elogiou a atuação do presidente dos EUA, Donald Trump, do secretário de Estado e de outros auxiliares da Administração. Segundo ele, a medida dificultará a movimentação financeira dos dois grupos no exterior e facilitará o combate a eles.
O vídeo foi publicado na rede social X e contou com menções ao secretário de Estado Marco Rubio, ao vice-presidente JD Vance, ao vice-secretário Christopher Landau e ao assessor de assuntos internacionais Darren Beattie, que teriam tido papel relevante na decisão, conforme o elogio de Eduardo.
Reação e desdobramentos
Flávio Bolsonaro também celebrou a decisão por meio de redes sociais, destacando o anúncio do Departamento de Estado. O casal Eduardo e Flávio tem participado de encontros com o presidente Donald Trump, como ocorreu na Casa Branca na semana anterior, segundo registros do momento.
Eduardo reforçou, no mesmo conteúdo, que o objetivo é fortalecer a pressão contra organizações criminosas no Brasil e no exterior. O ex-deputado salientou que a decisão foi discutida previamente com o governo americano e que o tema envolve cooperação bilateral em segurança pública.
Em meio às manifestações, o governo brasileiro reiterou que a reclassificação do PCC e do CV como terroristas não foi tema de conversa com autoridades brasileiras, segundo apuração inicial. A leitura oficial sobre o assunto ainda não apresentou novas informações oficiais sobre o andamento político da decisão.
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