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Eduardo Bolsonaro diz que EUA poderão combater PCC e CV como Bin Laden

EUA designam PCC e CV como grupos terroristas; Eduardo Bolsonaro afirma que poderão ser combatidos como Bin Laden era

Imagem publicada por Eduardo Bolsonaro mostra ele, Paulo Figueiredo e Flávio Bolsonaro ao lado de Donald Trump na Casa Branca
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  • Eduardo Bolsonaro celebrou a designação, pelos EUA, do Primeiro Comando da Capital e do Comando Vermelho como organizações terroristas, afirmando que poderão ser combatidos como Bin Laden era.
  • A Secretaria de Estado dos Estados Unidos informou a designação, com vigência a partir de 5 de junho.
  • A medida facilita ações contra movimentações financeiras das organizações e autoriza ações fora dos EUA, incluindo no Paraguai, Colômbia, Bolívia e Peru, com participação de Forças Armadas americanas e do DEA.
  • O deputado divulgou o vídeo em redes sociais, agradeceu a Donald Trump e demonstrou otimismo sobre impactos na segurança pública.
  • Ele afirmou que, se depender dele, em 2027 o presidente Flávio Bolsonaro poderá ampliar o enfrentamento a esses grupos.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro celebrou a decisão dos Estados Unidos de designar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como grupos terroristas. A medida poderá permitir ações contra as organizações, inclusive fora do Brasil.

A Secretaria de Estado dos EUA informou que a designação será efetiva a partir do dia 5 de junho. A pasta afirmou que a designação dificulta movimentações financeiras e amplia a atuação de forças americanas em ações contra os grupos.

Segundo o ex-parlamentar, que vive nos EUA, a designação facilitará o combate a atividades fora do país, como no Paraguai e em outros produtores de cocaína. Ele disse que é um avanço para a segurança pública de pessoas que sofrem com esses grupos, agradecendo autoridades americanas.

Eduardo Bolsonaro, que se autoexilou nos EUA para promover uma campanha internacional, afirmou que o dia é importante para quem sofre com esses bandidos. Ele mencionou o papel do presidente Donald Trump e de outras autoridades norte-americanas, sem emitir opiniões pessoais adicionais.

O político também indicou, no tom de publicação, que em 2027 poderá haver avanços significativos na segurança pública brasileira, dependendo de ações desenvolvidas no exterior. Não houve anúncio oficial de políticas brasileiras resultantes da designação.

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