- A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, agradeceu a Lula pela anuência ao acordo que viabiliza um empréstimo de R$ 6,5 bilhões ao BRB via Fundo Garantidor de Créditos, assinado em 28 de maio de 2026, com apoio de Messias e Durigan.
- O anúncio foi feito pelo advogado-geral da União substituto, Flávio Roman, após audiência no Supremo Tribunal Federal; a negociação envolve o Tesouro Nacional e o BRB.
- Como contragarantia, o DF oferecerá recursos dos fundos de participação dos estados (FPE) e dos municípios (FPM), conforme nota do BRB.
- A operação depende da análise do plano de negócios e das condições técnicas exigidas pelo Fundo Garantidor de Créditos, e envolve um grupo de bancos garantidores com contragarantias vinculadas ao FPM e ao FPE.
- O BRB informou que, na semana, aprovou ajustes em seu plano de aumento de capital permitindo aportes parciais de até R$ 8,8 bilhões, e que a operação não envolve transferência de recursos, garantia ou aval da União.
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, agradeceu ao presidente Lula pela anuência a um acordo que viabiliza um empréstimo de 6,5 bilhões do FGC ao BRB. A assinatura ocorreu nesta quinta-feira, 28 de maio de 2026, em acordo entre governo federal e o Governo do DF.
Celina Leão citou também o apoio dos ministros Messias e Durigan, afirmando que houve assinatura do acordo junto ao DF. A declaração foi feita após a audiência sobre a crise que envolve o BRB, ligado aos problemas herdados do Banco Master.
O advogado-geral da União substituto, Flávio Roman, anunciou o acordo a jornalistas ao fim de reunião no STF. O GDF acionou o STF para que o Tesouro Nacional reavaliasse a nota de crédito do DF e autorizasse o empréstimo.
Termos do acordo
O BRB informou que o acordo não envolve transferência de recursos da União nem garantia direta. A operação depende de avaliação de plano de negócios e de condições técnicas do Fundo Garantidor de Créditos, com contragarantias vinculadas a FPE e FPM do DF.
Na semana, o BRB também aprovou ajustes no plano de capital, permitindo aportes parciais de até 8,8 bilhões. A medida busca fortalecer a capitalização do BRB, em razão de déficits oriundos de operações com o Banco Master.
Entre na conversa da comunidade