- O chefe de gabinete adjunto da Presidência, Swedenberger Barbosa, afirmou que a desinformação vai além das fake news e representa uma estratégia que enfraquece a confiança em instituições, na ciência e na democracia.
- Ele explicou o conceito de infodemia, excesso de informações que facilita conteúdos falsos, citando exemplos no Brasil como vacinas que alterariam DNA, microchips e uso indevido de máscaras.
- A declaração foi feita na abertura do CB Debate, promovido pelo Correio Braziliense, para discutir impactos da desinformação em saúde, ciência, política e democracia.
- Barbosa classificou o período recente como negacionismo institucionalizado, atribuindo ao governo anterior estimular desinformações de saúde durante a covid-19.
- Ao assumir o governo em 2023, o presidente Lula priorizou campanhas de vacinação e a reconstrução da confiança nas políticas públicas de saúde, enfatizando evidências científicas e cooperação entre os Três Poderes; relacionou 8 de janeiro ao avanço da desinformação e ao descrédito institucional.
O chefe de gabinete adjunto da Presidência, Swedenberger Barbosa, afirmou nesta quinta-feira 28/5 que a desinformação vai além das fake news e funciona como estratégia que fragiliza a confiança nas instituições públicas, na ciência e na democracia. A fala ocorreu durante o CB Debate sobre o impacto da desinformação.
Barbosa explicou que a infodemia é o excesso de informações que dificulta a compreensão de fenômenos e facilita conteúdos falsos. Ele reforçou a relação entre esse cenário e a desconfiança nas informações oficiais, citando exemplos amplamente divulgados no Brasil durante a pandemia.
O evento foi promovido pelo Correio Braziliense com apoio da CB Brands e reuniu autoridades, pesquisadores e especialistas para debater saúde pública, ciência e governança. A apresentação destacou impactos da desinformação na política e na atuação institucional.
Negacionismo institucionalizado e 8 de janeiro
Segundo o representante do governo federal, houve um período em que o governo anterior estimulou a disseminação de desinformação em temas de saúde, contribuindo para o negacionismo institucionalizado. Não há meio termo, afirmou.
Ao assumir o governo em 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria priorizado a vacinação e a reconstrução da confiança nas políticas de saúde. A gestão atual disse orientar ações com base em evidências e na coordenação entre os Três Poderes.
Caminhos para a educação midiática
Barbosa defendeu políticas de educação midiática e o fortalecimento dos canais oficiais de informação. O objetivo é tornar o Brasil uma referência histórica na proteção da vida, da saúde e da democracia, segundo ele.
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