- Eduardo Fischer, coordenador de comunicação da campanha de Flávio Bolsonaro, disse à CNN que a decisão dos EUA de classificar PCC e CV como terroristas mostra que o senador “fez mais pela segurança pública do Brasil nesses dois dias do que Lula em 17 anos”.
- Fischer afirmou que, em apenas dois dias, Flávio Bolsonaro entregou resultado concreto na segurança pública, diferente do que ele chamou de atuação de Lula e do PT em mandato de dezessete anos.
- O publicitário disse ainda que a viagem aos Estados Unidos rendeu encontros com Donald Trump, Marco Rubio e JD Vance, além de demonstrar que as imagens da visita não eram de IA.
- Afirmou que houve descredibilização da viagem por parte de alguns setores, mas que o resultado final foi positivo para a população brasileira.
- Segundo Fischer, Flávio Bolsonaro foi além do esperado ao fazer o pedido contrário à classificação de PCC e CV como terroristas, obtendo o apoio dos EUA nessa classificação.
O publicitário Eduardo Fischer, coordenador de comunicação da campanha do senador Flávio Bolsonaro à presidência, disse à CNN que a decisão dos Estados Unidos de classificar PCC e CV como terroristas mostra que Flávio atuou pela segurança pública do Brasil em apenas dois dias, segundo ele, ao lado da viagem presidencial de Lula.
Fischer afirmou que, enquanto Lula viajou aos EUA para solicitar que PCC e CV não fossem classificados como terroristas, Flávio participou de ações que, na visão dele, teriam chegado ao mesmo objetivo de forma contrária ao esperado pela oposição.
O coordenador argumentou que o desfecho, mesmo contestado por setores, representa resultado concreto da visita. Segundo ele, Flávio encontrou autoridades como Trump, Marco Rubio e JD Vance, contribuindo para a decisão norte-americana.
De acordo com o relato, as críticas à viagem teriam sido afastadas pela conclusão de que houve avanço relevante para a segurança pública, conforme Fischer. A declaração foi dada à CNN na primeira manifestação pública dele desde o início da campanha.
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