- Os Estados Unidos classificaram, na quinta-feira, 28 de maio, as facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras.
- A data considerada para possíveis ações é 5 de junho.
- O senador Flávio Bolsonaro afirmou que Lula não tem controle sobre o próprio território e disse ter feito mais pelos brasileiros.
- Ele afirmou que, em vez de combater, Lula fez lobby a favor do CV e do PCC, e que trabalha para que sejam tratados como terroristas.
- Flávio agradeceu aos Estados Unidos, citando o presidente Donald Trump e o secretário de Estado Marco Rubio, e disse que, a partir de 2027, haverá mudanças no Brasil.
A decisão dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras foi anunciada nesta quinta-feira, 28 de maio. A data considerada para possíveis ações é 5 de junho. A medida envolve pressões legais e diplomáticas entre Brasil e EUA.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) comentou a decisão, afirmando que o presidente Lula não tem controle sobre o território brasileiro. Segundo ele, a atuação política dele próprio, como pré-candidato, teria contribuído para o enquadramento das facções como terroristas.
Flávio acrescentou que, segundo sua avaliação, parte da população vive em áreas dominadas por esses grupos, o que compromete a soberania do Estado. Ele disse que o governo, para ele, não controla nem as cadeias, e que há conivência com o crime organizado, conforme a leitura defendida por ele.
O senador agradeceu aos EUA pelo atendimento ao que chamou de pedido do povo brasileiro e citou nomes como o ex-presidente Donald Trump e o secretário de Estado Marco Rubio, destacando o apoio recebido para a classificação.
Reação internacional e expectativa
Segundo Flávio, a partir de 2027 haveria consequências para a relação entre Brasil e o governo atual, segundo a leitura dele. O conteúdo envolve avaliação de impacto interno no Brasil e o papel de atores internacionais na condução do tema.
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