- Pesquisa do Meio/Ideia ouviu 1.500 eleitores brasileiros entre 23 e 27 de maio de 2026; margem de erro de 2,5 pontos percentuais e confiança de 95%.
- Lula da Silva (PT) é rejeitado por 46,7% dos entrevistados, ou seja, não votariam nele “de jeito nenhum” para um novo mandato.
- Haddad (PT) aparece com 42% de rejeição, formando uma dupla no topo do ranking com Lula; Flávio Bolsonaro (PL) é o terceiro, com 39,8%.
- O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-02918/2026 e teve custo de R$ 27.600, pago pelo Canal Meio.
- O levantamento também testou o potencial de voto de diferentes pré-candidatos (resultados apresentados nas imagens do estudo).
O levantamento Meio/Ideia, divulgado nesta quinta-feira (28.mai.2026), aponta rejeição de 46,7% ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O estudo ouviu 1.500 eleitores brasileiros entre 23 e 27 de maio de 2026.
A taxa indica a parcela que não votaria em Lula para um novo mandato “de jeito nenhum”. Haddad (PT) aparece em segundo, com 42% de rejeição, seguido por Flávio Bolsonaro (PL) com 39,8%.
Resultados da pesquisa indicam também o potencial de voto de diferentes pré-candidatos, com dados apresentados pelo levantamento divulgado pelo Meio/Ideia. O estudo tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Dados técnicos e registro
O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-02918/2026. A pesquisa teve custo de 27.600 reais e foi financiada pelo Canal Meio.
Contexto adicional
O levantamento foi publicado dias após a divulgação de um áudio envolvendo Flávio Bolsonaro, no qual é mencionado um pedido de dinheiro a um terceiro. O conteúdo é citado como desdobramento da cobertura eleitoral, sem que haja confirmação de efeito direto sobre as intenções de voto.
Resultados adicionais e leitura de dados
O material inclui gráfico com o potencial de voto de candidatos, além de informações sobre metodologias utilizadas pela Meio/Ideia para tabulação das respostas dos 1.500 entrevistados. Os dados ajudam a entender cenários de avaliação de governo e de alianças eleitorais.
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