- Edinho Silva, presidente do PT, diz não haver fato concreto que vincule lideranças do partido ao escândalo do Banco Master; se surgirem novos fatos, a liderança envolvida deve se defender publicamente.
- Sobre o INSS, não há ligação de Fábio Luís Lula da Silva a desvios; o sigilo bancário foi quebrado e as investigações não encontraram evidências de envolvimento.
- O governo tem incentivado as apurações; o presidente Lula pediu a investigação e autonomização para os órgãos de fiscalização.
- Edinho classificou o caso como a maior fraude financeira da história bancária brasileira e atribuiu a origem ao governo anterior, alegando que o Banco Master foi criado na gestão de Jair Bolsonaro, com aprovação de Roberto Campos Neto.
- Em relação à impopularidade do governo, ele afirma que há entregas relevantes (PAC, Minha Casa Minha Vida, retirada do Brasil do mapa da fome) e atribui quedas na aprovação a denúncias de corrupção e à disseminação de mentiras.
Edinho Silva, presidente nacional do PT, afirmou em entrevista ao Bastidores CNN nesta quinta-feira (28) que não há fato concreto que vincule lideranças do partido ao escândalo do Banco Master. O órgão reforça apuração independente.
Questionado sobre temores internos de que o caso atingisse figuras do PT na Bahia, Edinho disse que até agora não houve qualquer vinculação entre lideranças do partido e o Master. Ele pediu defesa pública caso surja novo fato.
O dirigente ressaltou que, do ponto de vista institucional, as denúncias devem ser apuradas e os responsáveis, punidos pelos crimes. Em relação ao INSS, declarou que não há vínculo entre Fábio Luís Lula da Silva e desvios.
Sobre o sigilo bancário de Fábio, Edinho informou que houve quebra de sigilo e investigações, sem evidências de envolvimento. Ele classificou as acusações como luta política com uso de mentiras e fake news.
O PT também informou que o governo tem incentivado as apurações. Segundo Edinho, o presidente Lula pediu a autonomia dos órgãos de fiscalização para apurar denúncias relacionadas ao INSS e ao Master.
Edinho Silva classificou o caso como uma fraude financeira de grande magnitude e sugeriu que a origem remeteria ao governo anterior, com afirmações sobre criação do Master sob gestão anterior. Atribuiu a responsabilidade a autoridades regulatórias.
Pesquisas de opinião
Para o PT, índices de impopularidade não significam falha de governo, argumentou. O dirigente destacou entregas em áreas como PAC, Minha Casa Minha Vida e retirada do Brasil do mapa da fome. Atribuiu a queda de popularidade a volume de denúncias de corrupção.
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