- A Polícia Legislativa do Senado registrou um boletim de ocorrência para apurar a suspeita de planejamento de atentado contra o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro, conforme documento a que a VEJA teve acesso.
- As supostas ameaças foram expostas pelo funkeiro MC Misa durante entrevista ao Frank Clips, no TikTok e no YouTube.
- Trechos do vídeo anexado ao registro indicam que Deolane Bezerra estaria envolvidos com outras pessoas na possível ação caso Flávio Bolsonaro vencesse as eleições.
- O boletim foi protocolado pelo policial legislativo Bruno Ribeiro Fonseca na Coordenação de Polícia de Investigação e Judiciária do Senado, com base em informações da Inteligência da Polícia do Senado.
- Deolane, que tem grande alcance nas redes, foi presa recentemente em São Paulo durante operação da Polícia Civil e do Ministério Público por suspeita de ligação com o PCC, acusação que ela nega.
A Polícia Legislativa do Senado abriu um boletim de ocorrência para apurar a suspeita de que a influencer Deolane Bezerra estaria planejando um atentado contra o senador Flávio Bolsonaro. A investigação busca confirmar informações veiculadas em fontes oficiais.
O suposto plano foi apresentado por meio de declarações feitas pelo funkeiro MC Misa durante entrevista em canais de TikTok e YouTube, no canal Frank Clips. O material anexado ao pedido indica a menção a um atentado envolvendo Deolane e outras pessoas.
Segundo o boletim, as falas de MC Misa afirmam que o atentado poderia ocorrer caso Flávio Bolsonaro seja vitorioso na corrida presidencial, citando ligações com outras pessoas ligadas ao caso. O relato apontado é que o tema circulava no meio do funk.
O registro foi formalizado pela Coordenação de Polícia de Investigação e Judiciária do Senado, com base em informações da Inteligência da própria Polícia do Senado. O objetivo é verificar a procedência das informações e, se existirem indícios, instaurar um inquérito.
Deolane Bezerra, que acumula grande audiência nas redes, foi presa nesta semana pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de São Paulo por suspeita de envolvimento com o PCC, hipótese que ela nega. O caso segue sob apuração.
Entre na conversa da comunidade