- Zeca Pagodinho foi atração do palco principal da Rio2C na quinta-feira, 28, e falou sobre a tristeza com o Brasil.
- Ele disse que chora ao ver a maldade estampada no jornal, citando casos de violência familiar, como pai que estupra filha e filho que mata pai.
- O sambista comentou a pobreza, mencionando famílias morando na rua e perguntando como lidar com essa realidade.
- Também mencionou o aumento dos feminicídios, lamentando que mulheres estejam correndo risco de vida.
- Sobre o país que quer deixar para os netos, descreveu um Brasil de antes, falou da polarização política e disse que Lula e Bolsonaro contribuíram para romper amizades.
Zeca Pagodinho abriu o show no palco principal da Rio2C nesta quinta-feira, 28, e falou sobre tristeza causada pela realidade brasileira. O sambista mencionou que tem chorado ao assistir às notícias e citou casos de violência que o chamam a atenção.
Ao comentar a sociedade, ele destacou a pobreza e a vida nas ruas, com impacto especial em crianças. Também mencionou o aumento de feminicídios, afirmando que o país não pode aceitar esse cenário e que as situações de violência contra a mulher são motivo de grande preocupação.
Questionado pela apresentadora Regina Casé sobre o país que deseja deixar para os netos, o artista recordou antigos tempos de convivência mais simples, em que era possível andar pela cidade e curtir um samba em botequins. A fala refletiu um desejo de retomada de um clima social mais tranquilo.
O sambista comentou ainda a polarização política atual. Disse que em sua casa não se fala de política e que dois amigos de infância teriam rompido por divergências envolvendo Lula e Bolsonaro. Concluiu dizendo que recebe todos de portas abertas, mantendo apenas refeições simples, bebidas e conversas frias no ambiente.
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