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Candidatos de direita reagem à decisão dos EUA sobre PCC e CV

Direita reage à decisão dos EUA de classificar PCC e CV como terroristas; Caiado e Zema elogiam, Renan Santos critica

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, ao lado do presidente Donald Trump (KENT NISHIMURA/AFP)
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  • Caiado e Zema elogiaram a decisão dos EUA de enquadrar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas.
  • Zema afirmou que reconhece o trabalho de seu provável rival nas urnas e destacou a colaboração americana, ao mesmo tempo em que criticou Flávio Bolsonaro por áudio.
  • Caiado criticou o governo Lula, dizendo que ele classifica os bandidos como vítimas.
  • Tarcísio de Freitas também elogiou a medida, afirmando que PCC e CV são terroristas e parabenizando Flávio Bolsonaro pela articulação.
  • Renan Santos foi o único presidenciável da direita a criticar a decisão, afirmando que americanos não vão matar os bandidos e que quem mata são policiais.

O cenário político da direita brasileiro reagiu à decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. A medida foi anunciada pelo governo americano e recebeu adesão de apoiadores e críticas de outros nomes da oposição.

Ronaldo Caiado (PSD) elogiou a designação, destacando a diferença em relação a críticas do governo brasileiro. O ex-governador de Goiás mencionou o pedido de maior rigor contra as organizações e apontou o posicionamento como um marco para ações nacionais.

Romeu Zema (Novo) também reagiu de forma favorável, reconhecendo o apoio americano e citando que a parceria pode acelerar medidas contra o crime organizado. Zema chegou a dizer que o episódio reforça ações que, segundo ele, deveriam ter ocorrido há tempos.

Reações na direita

Tarcísio de Freitas (Republicanos), atual governador de São Paulo, confirmou apoio à decisão e descreveu PCC e CV como grupos terroristas que atuam fora das fronteiras. Ele ressaltou que o Brasil não pode tolerar atividades criminosas que imponham controle territorial.

Entre os candidatos, Renan Santos (Missão) foi o único a criticar a posição dos EUA, defendendo maior investida policial interna. Ele afirmou que a prioridade é fortalecer a atuação de forças de segurança no país.

Os apoiadores da direita ressaltaram que a classificação pode influenciar políticas públicas e cooperação internacional no enfrentamento ao crime organizado. Não houve pronunciamento oficial de outras legendas além dos citados.

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