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Edinho afirma que recusa de Pacheco complica PT e vai a MG falar com Kalil

Edinho Silva diz que recusa de Pacheco cria problema para o PT e vai a Belo Horizonte para conversar com Kalil e ampliar aliança em Minas

Edinho Silva durante congresso do partido realizado em abril
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  • Edinho Silva viaja a Minas Gerais neste sábado para discutir o palanque de Lula no estado e tem encontro marcado com Alexandre Kalil para avaliar reeditar a aliança de 2022.
  • O PT ficou sem candidato em MG após Rodrigo Pacheco recusar o convite para comandar a chapa; o recuso foi divulgado nesta sexta-feira, 29.
  • Edinho afirmou que pretende ampliar alianças, conversando com MDB e avaliando a corrida de Marília Campos para senadora, com definição dependente do PT mineiro.
  • Em discursos, o tema central foi a soberania do Brasil após os EUA classificarem PCC e CV como terroristas; Marina Silva criticou a medida e disse que o país cuida de seus problemas.
  • A plataforma de sugestões para o plano de governo petista ficará aberta até 30 de junho, com fundações partidárias consolidando o documento a ser encaminhado ao Tribunal Superior Eleitoral.

O presidente do PT, Edinho Silva, vai a Minas Gerais neste sábado, 30, para tratar do palanque de Lula no estado. O objetivo é conversar com aliados e avaliar a possibilidade de reeditar a aliança com Kalil, pré-candidato pelo PDT.

A viagem ocorre após Rodrigo Pacheco, do PSB, recusar o convite para liderar a disputa estadual. Edinho afirmou que a recusa cria um obstáculo político para o PT e para a candidatura de Lula.

Edinho tem encontros programados em Belo Horizonte com o ex-prefeito Alexandre Kalil. A agenda inclui entender a leitura política dele para somar força na campanha de Lula em MG.

O PT também sinalizou que a ex-prefeita de Contagem, Marília Campos, é pré-candidata ao Senado. Mudanças na tática dependerão de decisões do PT mineiro e das tratativas com rivais locais.

Durante o evento em São Paulo, Edinho também citou a necessidade de ampliar alianças com MDB e o diálogo com Gabriel Azevedo, em busca de uma formação ampla. A ideia é fortalecer o momento nacional do PT.

No contexto nacional, Edinho mencionou críticas à decisão dos Estados Unidos de classificar PCC e CV como terroristas. Ele disse que tais ações impactam mais os interesses de quem participou do ato que o Brasil.

Marina Silva, pré-candidata ao Senado por São Paulo, também participou de discursos e defendeu preservar a soberania brasileira diante de pressões externas, mantendo tom neutro e técnico.

O plano de governos aberto pela plataforma petista ficará disponível até 30 de junho. Após o prazo, as fundações das siglas que apoiam Lula consolidarão um documento para o TSE.

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