- Cleide Barcelos, de 45 anos, tornou-se a primeira mulher a comandar a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG).
- A nomeação marca a estreia feminina no cargo de comandante-geral da corporação.
- Ela ingressou na PMMG em 1997, aos 18 anos, já exercendo função de oficial.
- Em 2019, foi nomeada comandante do 13º Batalhão, em Belo Horizonte, ganhando o apelido “filha do cabo Teodoro”.
- Seu pai, Teodoro Barcelos, foi cabo da PM desde 1974 e faleceu em 2014; a trajetória familiar é destacada na trajetória de Cleide.
A coronel Cleide Barcelos, de 45 anos, tornou-se a primeira mulher a comandar a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). A nomeação ocorreu recentemente, elevando a função de comandante-geral a um marco histórico para a corporação. Cleide assume diante de uma trajetória marcada por superação, dedicação e legado familiar.
Nascida em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, ela é filha do cabo Teodoro Barcelos, ingresso na PMMG em 1974. O início da carreira da jovem oficial se deu em 1997, quando tinha 18 anos, já atuando como oficial. O apelido a acompanhou desde os passos iniciais no 13º Batalhão, em Belo Horizonte, onde comandou a unidade a partir de 2019.
A história de Cleide reforça a ideia de que o legado familiar pode abrir caminhos na segurança pública. Seu pai faleceu em 2014, mas o exemplo dele é citado como inspiração para a liderança que assume a PMMG. A nomeação foi recebida como uma conquista histórica para a corporação e para a atuação feminina na área.
Carreira e significado histórica
Cleide Barcelos construiu uma carreira sólida em diversas unidades e cargos, destacando-se pela competência e pela visão estratégica. Ao assumir o comando, ela enfatiza a representação feminina na segurança pública e a importância da dedicação diária para alcançar objetivos institucionais.
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