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Flávio diz ter feito mais pela segurança pública em dois dias que governo Lula

Flávio Bolsonaro afirma ter feito em dois dias mais pela segurança pública do que Lula em vinte anos, durante evento de Moro em Curitiba

Em ritmo de pré-campanha, Flávio lança pré-candidatos ao Senado e reforça discurso na segurança pública. (Foto: Alan Santos/Imprensa FB)
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  • Flávio Bolsonaro participou, em Curitiba, do lançamento da pré-candidatura de Sergio Moro ao governo do Paraná, com a apresentação de Filipe Barros e Deltan Dallagnol como pré-candidatos ao Senado.
  • O pré-candidato disse que, em dois dias como postulante à Presidência, já fez mais do que Lula e o PT em vinte anos, citando a criminalidade que preocupa o país.
  • Trump classificou o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas, após pedido do PL, que também visitou a Casa Branca.
  • Moro destacou o endurecimento de políticas contra o crime organizado durante sua gestão e afirmou ter alertado o ex-presidente sobre riscos de retaliação da facção, mencionando o atentado de 2006.
  • Flávio afirmou que a legislação antifação já endureceu penas para chefes de facções, defendendo prisão mais longa e maior rigor contra narcoterroristas como caminho para devolver tranquilidade ao país.

O pré-candidato Flávio Bolsonaro participou, em Curitiba, do lançamento da pré-candidatura de Sergio Moro ao governo do Paraná. O ato ainda confirmou as pré-candidaturas de Filipe Barros ao Senado e de Deltan Dallagnol ao Senado pelo mesmo estado. Flávio apareceu com um colete à prova de balas para o público e afirmou não temer ameaças do crime organizado. A fala ocorreu após Trump classificar o PCC e o CV como organizações terroristas, pedido pelo PL, episódio anterior ao evento.

Ele destacou que, em dois dias como pré-candidato, acredita ter feito mais do que Lula e o PT em décadas, citando a criminalidade como motivo do afastamento da população. O senador afirmou que o governo anterior priorizou agendas com o crime organizado e criticou políticas de lulismo. Afirmou que a lei antifacção endureceu penas para chefes de facções, com condenações de até 80 anos.

Flávio Bolsonaro citou ações de combate às facções, defendendo medidas mais duras, como construção de presídios para manter criminosos afastados da sociedade. Questionamentos sobre a eleição foram apresentados, com foco no futuro do país e em decisões sobre segurança pública. O tema central foi o enfrentamento a organizações criminosas classificadas como terroristas, segundo o discurso do candidato.

Contexto e desdobramentos

Ao lado de Flávio, Sergio Moro lembrou políticas públicas mais rígidas no período em que ocupou o Ministério da Justiça e Segurança Pública. Ele ressaltou o isolamento de lideranças do PCC, considerado um marco do enfrentamento ao crime organizado. A referência ocorreu no contexto do lançamento da candidatura ao governo do Paraná.

Moro mencionou que, durante a gestão de 2019 a 2022, houve cuidado para evitar retaliações do crime, incluindo a preservação de medidas de segurança para autoridades. O ex-juiz comentou ainda sobre um caso de 2023 envolvendo planos contra ele, investigado pela operação Sequaz, apontando atuação do PCC e de outros grupos. Ele avaliou que atitudes de Flávio ajudariam no enfrentamento a essas ameaças.

Autoridades e especialistas ressaltaram a importância de políticas públicas consistentes para reduzir a violência. A fala de ambos os apoiadores enfatizou a necessidade de uma estratégia firme contra organizações criminosas, com foco em endurecimento de leis e ações coordenadas entre esferas estadual e federal.

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