- Um juiz federal ordenou a remoção do nome de Donald Trump do Kennedy Center em até 14 dias e proibiu o renomeamento sem aprovação do Congresso.
- O magistrado Christopher Cooper afirmou que o Kennedy Center deve manter o nome do presidente John F. Kennedy, e que apenas o Congresso pode alterá-lo.
- A decisão foi resultado de uma ação movida pela deputada Joyce Beatty, integrante do Conselho de Administração do Kennedy Center.
- A liminar anulou a votação que previa o fechamento do centro por dois anos para uma reforma de US$ 257 milhões, mantendo as atividades em funcionamento.
- Em 2025, o conselho, dominado por indicados pelo presidente, aprovou a mudança de nome para incluir Trump, o que provocou críticas da família Kennedy e ações judiciais.
O juiz distrital Christopher Cooper ordenou a remoção do nome de Donald Trump do Kennedy Center for the Performing Arts, em Washington. Segundo a decisão, o local não pode ser renomeado sem voto do Congresso. A medida foi tomada nesta sexta-feira.
Cooper determinou que, em até 14 dias, sejam retiradas todas as sinalizações físicas com o nome Trump e que materiais oficiais não contenham referência a um suposto Trump Kennedy Center. A decisão barra a alteração unilateral pelo conselho.
A ação foi movida pela deputada Joyce Beatty, democrata de Ohio, membro nato do Conselho de Administração do Kennedy Center. A decisão ocorre após meses de turbulência na instituição, incluindo propostas de fechamento para reformas.
Anteriormente, o centro havia anunciado uma votação unânime para fechar por dois anos, com reformas de 257 milhões de dólares, com início previsto para julho. A liminar anulou esse fechamento e autorizou reparos sem interromper as atividades.
No fim de 2025, o conselho, com maioria de indicados pelo presidente, decidiu mudar o nome para incluir Trump. A medida recebeu críticas da família Kennedy e gerou ações judiciais federais. A nova decisão limita essa alteração.
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