- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, pela primeira vez, que faz radioterapia e que qualquer cidadão poderá ter acesso à mesma máquina usada nele.
- A declaração ocorreu durante visita ao primeiro hospital oncológico interestadual do país, em Sergipe.
- Lula afirmou que está fazendo radioterapia na cabeça e mostrou a cabeça aos presentes.
- Também destacou o novo PAC com investimento de R$ 1,8 trilhão, dizendo que é o maior investimento em infraestrutura da história do país.
- Reiterou apoio ao Farmácia Popular e mencionou o uso de inteligência artificial na política como um risco a ser considerado.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou pela primeira vez sobre a radioterapia à qual está sendo submetido devido a um câncer no couro cabeludo. O anúncio ocorreu durante visita ao primeiro hospital oncológico interestadual do país, em Sergipe. Ele ressaltou que qualquer cidadão poderá ter acesso a equipamentos iguais aos usados em seu tratamento.
A declaração ocorreu no contexto da campanha, com Lula informando que está recebendo o tratamento e que não se coloca acima da população. Em tom objetivo, ele mostrou a cabeça aos presentes para ilustrar a radioterapia em andamento, sem detalhar o andamento clínico.
Durante a fala, o presidente destacou avanços do governo em infraestrutura e citou o novo PAC, com investimento de 1,8 trilhão de reais, apresentado como o maior da história do país. Lula também defendeu programas como o Farmácia Popular, afirmando que o tema não havia sido explorado por gestões anteriores.
Investimentos e programas
O chefe do Executivo reforçou que o PAC foi elaborado com participação de governadores de diferentes correntes, aliados ou opositores, e ficou conhecido pela magnitude de recursos. Em relação à saúde, afirmou que equipamentos de radioterapia serão acessíveis a pessoas de baixa renda, associando o tema à igualdade de tratamento.
O presidente também comentou sobre o uso de ferramentas de inteligência artificial na política. Questionou, de forma indireta, se o uso dessas tecnologias pode influenciar decisões dos eleitores e citou o risco de liberdades serem afetadas por decisões automatizadas.
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