- O governo dos Estados Unidos classificou o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital como organizações terroristas.
- Marina Silva comentou que a medida vai afetar principalmente os “amigos” de quem pediu essa ação, sem citar nomes.
- Ela afirmou, em evento do PT em São Paulo, que a decisão terá impacto direto sobre envolvidos com o crime organizado.
- Marina defendeu as ações do governo Lula no combate ao crime e rejeitou qualquer tipo de intervencionismo no país.
- A ex-ministra mencionou a necessidade de o Brasil cuidar de sua segurança de forma nacionalizada e dialogar com governadores, evitando “gancho” para intervenção externa.
Marina Silva comentou nesta sexta-feira 29 a decisão dos Estados Unidos de classificar o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas, movimento que afeta o cenário de segurança no Brasil. A ex-ministra falou durante evento do PT em São Paulo.
Ela afirmou que a medida impactará, principalmente, os aliados da pessoa que pediu a intervenção em Washington e que participou de reuniões com autoridades americanas. A fala foi apresentada como observação sobre consequências da classificação para o crime organizado.
Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à Presidência, esteve nos EUA no início desta semana, onde reuniu-se com o presidente Donald Trump e com o secretário de Estado Marco Rubio. Na quinta-feira, Rubio anunciou a decisão; Flávio comemorou em suas redes sociais.
Marina também elogiou ações do governo Lula no combate ao crime organizado e reforçou a soberania nacional. Ela condenou qualquer intervenção externa que possa ser caracterizada como aventureirismo, dizendo que o Brasil deve tratar de seus problemas de segurança de forma autônoma.
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