Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ministros avaliam decisão dos EUA sobre CV e PCC, com Lula fora de Brasília

Ministros avaliam impactos da designação dos PCC e CV como organizações terroristas pelos EUA; reunião a pedido de Lula discute efeitos econômicos e cooperação internacional

Miriam Belchior, atual ministra da Casa Civil
0:00
Carregando...
0:00
  • Mesmo fora de Brasília, ministros discutiram a decisão dos EUA de classificar PCC e CV como organizações terroristas.
  • As facções passaram a constar como Terroristas Globais Especialmente Designados no Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros, ligado ao Tesouro dos EUA.
  • A pedido de Lula, a ministra Miriam Belchior convocou reunião com Dario Durigan, Mauro Vieira, Chico Lucas e Audo Faleiro para debater impactos no mercado financeiro, segurança pública e turismo.
  • O governo divulgou nota dizendo ser deplorável que membros da família de Jair Bolsonaro tenham defendido intervenção internacional no Brasil.
  • Lula determinou que auxiliares avaliassem impactos financeiros e cooperação internacional; o chefe da equipe econômica pediu apoio do FMI e do Banco Mundial.

Nesta sexta-feira, ministros do governo se mobilizaram para avaliar a decisão do Departamento de Estado dos EUA de classificar PCC e CV como organizações terroristas. A medida foi anunciada um dia antes, com as facções listadas como Terroristas Globais Especialmente Designados.

A convocação partiu da ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, a pedido de Lula. Participaram os ministros Dário Durigan (Fazenda) e Mauro Vieira (Relações Exteriores), além do secretário-executivo do Ministério da Justiça, Chico Lucas, e o principal assessor da Presidência, Audo Faleiro. A pauta incluiu impactos sobre finanças, segurança pública e turismo.

A equipe avaliou, ainda, os efeitos da decisão para as relações internacionais do Brasil e para cooperações no combate ao crime organizado. O governo pediu apoio do FMI e do Banco Mundial para dimensionar os impactos econômicos.

Impactos econômicos e diplomáticos

Lula, em Sergipe, afirmou que o Brasil vai combater o crime organizado internamente e defendeu a soberania nacional, rejeitando intervenções estrangeiras. O presidente criticou Flávio Bolsonaro, que pediu aos EUA a classificação das facções como terroristas em encontro com Trump.

O Palácio do Planalto informou que as ações do governo visam monitorar consequências no mercado financeiro, na segurança pública e no turismo, com resposta coordinada entre órgãos. A posição oficial também ressalta a autonomia brasileira frente a pressões externas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais