- O senador Rodrigo Pacheco afirmou que não existe possibilidade de assumir vaga no Supremo Tribunal Federal e que deixará a política ao fim do mandato no Senado.
- Ele disse que a questão do STF está encerrada e que não houve articulações para barrar eventual indicação do ministro Jorge Messias, destacando que não houve iniciativa da parte dele.
- Pacheco afirmou que decidiu encerrar o ciclo político após doze anos na vida pública, com sentimento de dever cumprido.
- Ele descartou disputar o governo de Minas Gerais em dois mil e vinte e seis e citou nomes como Josué Gomes da Silva, Jarbas Soares e Marília Campos como possíveis candidatos.
- O PT trabalha para fechar palanque em Minas até o início de junho após a desistência de Pacheco, e Pacheco disse manter boa relação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, esperando compreensão dele.
Na sexta-feira (29.mai.2026), em São Paulo, o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) afirmou que não há possibilidade de ingressar no STF e reforçou a decisão de deixar a política ao término do mandato no Senado.
Pacheco destacou que a ideia de indicação ao STF foi resolvida e hoje é uma página virada. Ele negou qualquer participação em articulações para impedir a indicação do ministro Jorge Messias à Corte.
O ex-presidente do Senado disse que encerra um ciclo de 12 anos na vida pública, com passagem pela Câmara, pela presidência do Senado e do Congresso (2021-2025). Ele ressaltou sentir dever cumprido e tranquilidade sobre a decisão.
Ele também descartou disputar o governo de Minas Gerais em 2026, mas citou nomes que considera competitivos para a sucessão, como Josué Gomes da Silva, Jarbas Soares e Marília Campos.
Questionado sobre a relação com o presidente Lula, Pacheco afirmou manter boa relação e disse esperar compreensão de Lula diante de sua decisão de não disputar eleições no próximo ano.
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