Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Planalto considera deplorável atuação de Eduardo e Flávio Bolsonaro nos EUA

Planalto classifica atuação de Eduardo e Flávio Bolsonaro como deplorável e reafirma soberania; intervenção externa não será aceita e pode comprometer cooperação policial

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante anúncio de Investimentos da Petrobras em Pedra Branca, Laranjeiras - SE. Foto: Ricardo Stuckert / PR
0:00
Carregando...
0:00
  • O Planalto classificou como deplorável a atuação de Eduardo e Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos, que levou Trump a classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas.
  • Flávio Bolsonaro e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro teriam se reunido com o presidente dos EUA, no início da semana, e, segundo Flávio, pedido para classificar as facções como terroristas.
  • O governo brasileiro afirmou que não aceitará intervenção externa nem ações que ameacem a soberania nacional.
  • O texto ressalta que medidas unilaterais podem enfraquecer o combate ao crime, prejudicar o compartilhamento de informações entre as polícias e impactar áreas como o sistema financeiro e o PIX.
  • A soberania nacional é apresentada como inegociável e afirma que o Brasil define, por meio de suas instituições, leis e forças de segurança, como classifica o crime e atua no tema.

O governo federal classificou como deplorável a atuação de Eduardo e Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos, que resultou, segundo a Presidência, na decisão de Donald Trump de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. A reunião ocorreu no início da semana, quando Flávio Bolsonaro afirmou ter pedido ao presidente americano para incluir as facções em lista de terrorismo.

De acordo com a nota publicada pelo Palácio do Planalto, a atuação dos deputados e ex-deputado envolve defesa de intervenção estrangeira no Brasil, posição que o governo rejeita. O texto ressalta que o Brasil é soberano e que o combate às facções criminosas é função exclusiva das instituições brasileiras.

O Planalto reforça que cooperação internacional pode ocorrer, desde que respeite a soberania nacional. O comunicado alerta que medidas unilaterais vindas de fora podem enfraquecer o enfrentamento ao crime e comprometer compartilhamento de informações entre as polícias, além de potencialmente afetar o sistema financeiro e o PIX.

Defesa da soberania brasileira

O governo afirma que a soberania é inegociável e que qualquer interferência externa é inaceitável. Quem define o enquadramento jurídico e as estratégias de combate é o Brasil, com suas leis e forças de segurança. A nota reforça ainda a importância de manter a autonomia institucional diante de pressões externas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais