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Polícia Civil solicita acesso a dados sigilosos de produtora Dark Horse

Polícia Civil solicita à Justiça relatórios financeiros sigilosos ligados a ONG de Karina Gama para apurar irregularidades em contrato entre a Prefeitura de São Paulo e a produtora

Karina Ferreira da Gama dona da produtora Go Up Entertainment, responsável pelo filme “Dark Horse”
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  • A Polícia Civil de São Paulo pediu à Justiça relatórios financeiros sigilosos envolvendo Karina Ferreira Gama, uma das responsáveis pela produtora do filme Dark Horse.
  • O objetivo é apurar supostas irregularidades em contrato entre a Prefeitura de São Paulo e uma das ONGs ligadas a Karina, que pretendia instalar pontos de Wi‑Fi na capital.
  • A solicitação veio após representação do Ministério Público, segundo a CNN Brasil.
  • A prefeitura de São Paulo foi acionada pela reportagem para comentar; a resposta não foi divulgada até o momento.
  • A investigação, em sigilo, é conduzida pela 2ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra a Administração do DPPC, com foco em três tipos de crime: frustração do caráter competitivo de licitação, fraude na execução de contrato e emprego irregular de verbas públicas.

A Polícia Civil de São Paulo pediu à Justiça o acesso a relatórios financeiros sigilosos ligados a Karina Ferreira Gama, uma das responsáveis pela produtora do filme Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro. A solicitação ocorreu após representação do Ministério Público.

A ação mira apurar supostas irregularidades em contrato celebrado pela Prefeitura de São Paulo com uma ONG ligada a Karina, com a finalidade de instalar pontos de Wi-Fi em uma comunidade da capital. A CNN Brasil confirmou o andamento do caso.

A prefeitura ainda não se manifestou sobre o pedido, e também não houve confirmação de quais documentos exatamente serão disponibilizados, devido ao sigilo imposto aos autos.

Investigação em curso

A Polícia Civil, por meio da 2ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra a Administração do DPPC, instaurou inquérito com base na requisição do Ministério Público.

Os crimes apurados incluem frustração do caráter competitivo de licitação, fraude na execução de contrato público e emprego irregular de verbas. Detalhes permanecem sob sigilo.

A apuração busca esclarecer eventual desvio de recursos ou irregularidades no cumprimento de contratos entre a gestão municipal e a ONG envolvida.

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