- O Departamento de Estado dos Estados Unidos vai classificar o PCC e o CV como organizações terroristas, com a medida valendo a partir de 5 de junho.
- Flávio Bolsonaro afirmou em X que Marco Rubio atendeu a um pedido dele e de Donald Trump para incluir as facções na lista de terroristas.
- Ronaldo Caiado comentou que “essa é a diferença entre um governo que protege o povo e um governo que protege o crime”, criticando o governo atual.
- Romeu Zema afirmou que o PT tenta impedir a classificação, mas que a soberania do Brasil não está ameaçada.
- Renan Santos, do Movimento Brasil Livre, disse em X que “americano nenhum vai matar nossos bandidos” e elogiou policiais, sem mencionar a decisão dos EUA.
Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema repercutiram a decisão anunciada pelos Estados Unidos de classificar o PCC e o CV como organizações terroristas. A medida passa a vigorar a partir de 5 de junho e integra formalmente as listas de entidades sujeitas a ações antiterrorismo norte-americanas. A atuação envolve o Departamento de Estado dos EUA.
A classificação foi recebida com elogios por parte de influentes pré-candidatos à Presidência do Brasil. Em rede social, Flávio Bolsonaro afirmou que o secretário de Estado Marco Rubio atendeu ao pedido feito por ele e por Donald Trump, associando as facções ao terrorismo. Caiado questionou a diferença entre governos que protegem o povo e governos que protegem o crime, citando o tema em tom crítico ao governo atual.
Reações entre os pré-candidatos
Zema, em vídeo, disse que o PT tentou impedir o avanço e ressaltou a soberania do Brasil, negando que a medida comprometa a autonomia do país. O governador mineiro avaliou que a classificação não representa uma ameaça à soberania, mas reforçou críticas ao governo Lula. Em outra publicação, Renan Santos, do MBL, afirmou que nenhum americano matará criminosos no Brasil e elogiou a atuação policial brasileira.
Segundo análises, a decisão dos EUA transforma PCC e CV em alvos de políticas de combate ao terrorismo feitas pelas autoridades norte-americanas, com impactos potenciais em cooperação, financiamento e operações transnacionais. A divulgação ocorreu na imprensa internacional, sem detalhamento adicional sobre medidas específicas que serão aplicadas imediatamente.
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