- O presidente interino do Cade, Diogo Thomson, afirmou que cartéis evoluíram de combinações por e-mail para uso de algoritmos.
- Thomson foi escolhido por ser o decano entre os conselheiros do Cade, e tem trajetória de longo prazo no órgão, incluindo atuação como procurador em 2007.
- Também já ocupou os cargos de superintendente-adjunto por dez anos e de superintendente-geral interino em 2017 e entre 2021 e 2022.
- O foco dele até junho será no regimento interno e no projeto conhecido como “PL das Big Techs”.
- Thomson destacou que não são inimigos da inovação, mas que podem usar as ferramentas disponíveis para tratar o que é problemático nas big techs.
O Cade tem novo presidente interino. Diogo Thomson assume o cargo por ser o mais antigo entre os conselheiros, após atuação anterior como procurador. Ele já ocupou a função de superintendente-adjunto por uma década.
Thomson ressaltou que o foco até junho será revisar o regimento interno e avançar com o chamado PL das Big Techs, buscando ferramentas para tratar práticas problemáticas sem recorrer a medidas extraordinárias. A pauta prioriza governança interna.
Foco de atuação até junho
O presidente interino afirmou que o Cade não é inimigo da inovação, mas que o poder das grandes plataformas preocupa. A ideia é equilibrar estímulo à competição com a necessidade de controles sobre condutas potencialmente prejudiciais.
Segundo Thomson, a evolução das práticas anticompetitivas no mercado envolve desde cartas e e-mails até o uso de algoritmos. A análise busca compreender impactos para consumo, concorrência e inovação no ecossistema digital.
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