- Rogério Marinho, coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, reagiu neste sábado à ação de parlamentares do Psol e Rede que pediram à PGR a investigação de um senador do PL por possível atentado à soberania nacional.
- A iniciativa aponta para a participação do parlamentar na defesa, junto ao governo dos EUA, da classificação do PCC e do CV como organizações terroristas.
- Marinho afirma que a medida demonstra mais um esforço da esquerda para usar o Judiciário como extensão de seu projeto político.
- Em nota, o senador do PL diz que o objetivo é buscar cooperação internacional contra o terrorismo e manter a soberania nacional.
- A defesa sustenta que o objetivo é desarticular organizações criminosas que dominam territórios e representam ameaça à população.
Rogério Marinho, coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, reagiu neste sábado à iniciativa de parlamentares do PSOL e Rede de acionar a PGR para investigar o senador do PL por possível atentado à soberania nacional. A informação foi divulgada pela assessoria do grupo.
A ação envolve parlamentares de PSOL e Rede, que protocolaram junto à Procuradoria Geral da República o pedido de investigação contra Rogério Marinho. O objetivo é apurar possíveis danos à soberania nacional em declarações e atuação associadas a temas de cooperação internacional.
Na nota enviada pela equipe de Flávio Bolsonaro, o grupo classifica a representação como evidência de que o campo político de esquerda utiliza o Judiciário para avançar seu projeto político, segundo a leitura da assessoria. Segundo o texto, o tema envolve cooperação internacional no combate ao terrorismo.
Contexto da posição de Rogério Marinho
O material menciona que a atuação de Rogério Marinho estaria relacionada a posições defendidas pelo entorno do governo de Jair Bolsonaro e à atuação de aliados na relação com a comunidade internacional para enfrentar organizações consideradas terroristas. A defesa enfatiza o uso da soberania nacional para garantir a segurança interna, segundo a leitura da assessoria.
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