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Júri do caso Henry entra no 6º dia; quem ainda deve depor

Sexto dia do júri de Henry tem retomada às 14h com oitivas da defesa da mãe; réus devem depor e julgamento pode seguir por mais dias

Henry morreu aos 4 anos de idade
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  • O julgamento do caso Henry Borel entra no sexto dia, com sessão marcada para recomeçar às 14h deste sábado no II Tribunal do Júri, ouvindo as testemunhas de defesa da mãe Monique Medeiros.
  • A apuração pode durar até dez dias, com a reta final esperada para a próxima semana.
  • Entre os depoimentos mais aguardados está Thayná Oliveira, babá da criança, que seria citada por mensagens sobre as agressões que Henry sofreu.
  • Os interrogatórios dos réus — Monique Medeiros e Jairinho — vão abordar a morte de Henry: ela é apontada como omissa, ele como responsável pelas agressões.
  • Até agora, peritos descartaram acidente doméstico, e o pai da criança emocionou-se ao falar sobre o sofrimento de Henry e a resistência do menino em voltar para a casa da mãe.

O julgamento dos réus Monique Medeiros e Jairinho entra no sexto dia neste sábado, com sessão marcada para as 14h no II Tribunal do Júri. A ação está em curso para apurar a morte de Henry Borel, de 4 anos, ocorrida em 2020 no Rio de Janeiro.

A defesa da mãe da criança retoma os depoimentos, após fases de instrução com peritos e relatos de family members. A expectativa é pela oitiva de Thayná Oliveira, babá da família, que teria enviado mensagens sobre agressões contra Henry.

Entre os passos já concluídos, o júri ouviu peritos que descartaram versão de acidente doméstico. Também houve depoimento do pai, Leniel Borel, emocionado ao falar da resistência do filho em retornar à casa da mãe.

O que aconteceu no julgamento até agora

O quarto dia foi dedicado a testemunhos sobre o histórico de violência envolvendo Jairinho. Duas ex-namoradas relataram agressões aos filhos durante os relacionamentos, e uma delas citou estupro.

Outra testemunha, Kaylane Duarte, revelou ter sido agredida por Jairinho na infância e relatou ameaças para não contar à mãe. A filha do ex-casal também relatou abusos anteriores, segundo relatos apresentados no processo.

Avanços e próximos passos do júri

No quinto dia, a ciência forense foi apresentada, com conclusão de que não houve acidente doméstico. O depoimento do legista reforçou a gravidade das lesões em Henry.

O interrogatório dos acusados está entre os momentos mais aguardados. Jairinho é acusado de participar das agressões que resultaram na morte; Monique Medeiros é apontada como responsável por omissão de proteção.

O júri também deverá ouvir depoimentos de outras testemunhas, incluindo familiares e profissionais envolvidos no caso. A defesa informou que pretende contestar as provas apresentadas até aqui.

Contexto e cronologia

O julgamento já viveu momentos de tensão, com Monique afastando-se da sessão em alguns momentos, após imagens e ferimentos exibidos. O acompanhamento do caso tem foco na responsabilização de ambos os acusados.

A tramitação ocorre no contexto de investigação policial que apontou participação do casal na morte da criança. A polícia trabalha com a hipótese de que houve tentativa de encobrir as circunstâncias do ocorrido.

O que muda a partir de agora

Com o retorno marcado para a tarde de sábado, o tribunal deve ouvir mais testemunhas de defesa. A duração prevista do júri é de até 10 dias, mantendo-se sem prazo definido para o encerramento.

A expectativa é de que os próximos depoimentos apresentem detalhes adicionais sobre a conduta de Monique Medeiros e Jairinho. O desfecho depende da avaliação dos jurados e das provas apresentadas.

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