- Paloma Valencia, senadora do Centro Democrático, é candidata presidencial em 2026 e foi declarada aluna do ex-presidente Álvaro Uribe, após vencer a consulta da direita com mais de três milhões de votos.
- Ela busca ser o rosto do uribismo na corrida presidencial, contando com o apoio do segundo partido mais votado no Congresso e de oito colegas na Grande Consulta pela Colômbia.
- Valencia está em seu terceiro mandato no Senado, é formada em Direito e Filosofia, com especialização em Economia e mestrado em Escrita Criativa; neta de figuras políticas históricas no país.
- No Congresso, apresentou leis em áreas como bebidas não refinadas, fim de monopólios regionais de bebidas e incentivos a pequenos negócios; é conhecida por oposição a Gustavo Petro desde 2022.
- A campanha foca em economia e segurança; enfrenta Abelardo de la Espriella pela direita e pode tentar capitalizar votos de centro conquistados por Juan Daniel Oviedo, mirando o segundo turno contra Petro.
Paloma Valencia, senadora e candidata da direita na Colômbia, encerrou a campanha com o apoio do ex-presidente Álvaro Uribe e busca levar o uribismo de volta à Presidência. A postulante do Centro Democrático disputou a consulta interna e liderou com expressiva votação, superando Iván Cepeda.
A candidata reivindica ser a aluna fiel de Uribe e pretende ampliar o espaço do movimento no cenário político. Ela recebeu o respaldo do segundo partido mais votado no Congresso e dos oito integrantes da Grande Consulta pela Colômbia, fortalecendo sua posição na chapa.
Valencia concorreu após vencer a consulta da direita em 2025, com uma trajetória marcada por defesa de propostas do Uribe. Em 2026, seu objetivo é enfrentar o governo de Gustavo Petro se avançar ao segundo turno. A campanha destacou economia e segurança como pilares.
Perfil e trajetória
Nascida em 1979, em Popayán, Valencia é formada em Direito e Filosofia, com especialização em Economia e mestrado em Escrita Criativa. Netas de Guillermo León Valencia e Mario Laserna, ingressou na política após atuar como colunista e analista.
Antes de virar senadora, participou de disputas eleitorais, ingressou no Senado em 2014 pelo Centro Democrático e apoiou Iván Duque em 2018. Hoje, integra a Comissão Première e atua em reformas constitucionais e temas de organização territorial.
Valencia é vista como figura disciplinada na oposição ao governo Petro desde 2022. Sua atuação inclui tentar suspender o Ministério da Igualdade, frear nomeações de embaixadores sem requisitos e opor-se à reforma previdenciária.
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