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Polícia Civil solta empresária de SP suspeita de torturar animais para vídeos

Polícia Civil libera empresária suspeita de torturar animais para vender vídeos, colocando em xeque o novo decreto que endurece punições

Empresária que vendia vídeos de tortura animal é solta em SP
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  • A Polícia Civil liberou uma empresária de São Paulo, presa por suspeita de torturar e matar animais para vender vídeos na internet, contrariando o decreto do governador que endurece punições.
  • O novo decreto estadual, assinado pelo governador Tarcísio de Freitas, prevê multas de até R$ 50 mil por animal vítima em casos de crueldade extrema, abandono ou reincidência.
  • A empresária deixou a prisão poucas horas após a condução pela Polícia Civil; ela é investigada por produzir e comercializar conteúdos de violência contra animais para compradores clandestinos, inclusive no exterior.
  • Investigações apontam que coelhos, gatos e pintinhos eram submetidos a sessões de tortura e mortos para gravação dos vídeos vendidos online.
  • Ativistas e protetores criticam a liberação, cobrando punição exemplar e a efetiva aplicação das medidas de combate à crueldade animal.

A Polícia Civil liberou ontem uma empresária de São Paulo que estava presa no Centro da capital, suspeita de torturar e matar animais para vender vídeos. Segundo a investigação, ela gravava conteúdos de extrema violência para compradores clandestinos, inclusive no exterior.

A detenção ocorreu na última sessão de prisão temporária, enquanto o novo decreto do governo estadual endurece as punições por maus-tratos. As medidas preveem multas de até 50 mil reais por animal vítima em casos de crueldade extrema, abandono e reincidência.

Apesar das suspeitas, a empresária deixou a custódia poucas horas após a condução policial. A Justiça não confirmou novas medidas cautelares no momento, e a defesa poderá apresentar recursos.

Reação e desdobramentos

Entidades de proteção animal e ativistas tinham pedido punição exemplar e a efetiva aplicação do decreto. A decisão de liberá-la gerou indignação e reacendeu o debate sobre a eficácia das sanções. O caso segue sob investigação.

O governo estadual sustenta que o decreto aumenta a responsabilização e facilita ações administrativas contra maus-tratos. A Polícia Civil informou que continuará apurando os fatos e colaborando com o Ministério Público.

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