- Proposta de lei na Câmara Municipal de Porto Alegre pretende plantar erva-mate em praças e parques da cidade.
- Iniciativa, assinada pela vereadora Fernanda Barth (Partido Liberal), busca resgatar a identidade gaúcha no espaço urbano.
- O projeto prevê placas informativas junto aos exemplares para explicar a importância histórica e cultural da erva-mate.
- A execução pode contar com participação da sociedade civil organizada e do setor produtivo, com parcerias a cooperativas de ervateiros e entidades tradicionais.
- Defensores afirmam que a erva-mate é pouco presente nos parques e que a presença da árvore pode reforçar o pertencimento e o conhecimento sobre as origens do chimarrão.
O projeto de lei apresentado na Câmara Municipal de Porto Alegre propõe o plantio de árvores de erva-mate nas principais praças e parques da cidade. A iniciativa busca resgatar a identidade gaúcha por meio do plantio e da identificação da planta em espaços de lazer.
Assinada pela vereadora Fernanda Barth, do PL, a proposta envolve a instalação de placas informativas ao lado de cada exemplar. O objetivo é destacar a relevância histórica, cultural e tradicional da erva-mate para a formação da sociedade sul-rio-grandense.
A medida prevê participação da sociedade civil organizada e do setor produtivo. O município poderia firmar parcerias com cooperativas de ervateiros e entidades tradicionais para fornecer mudas e gerenciar o cultivo da espécie nativa nos espaços públicos.
Segundo o texto, a erva-mate hoje aparece de forma “invisível” nos parques urbanos de Porto Alegre, restrita ao consumo do produto processado. Os defensores argumentam que a presença da árvore fortalece o sentimento de pertencimento e o conhecimento das origens do chimarrão.
Execução e parcerias
A proposta sugere que o município articule com organizações da cadeia produtiva para assegurar manejo adequado e preservação da espécie. A sinalização educativa irá orientar visitantes sobre o contexto cultural da erva-mate.
Objetivo cultural e educativo
Os proponentes afirmam que o plantio urbano pode aproximar moradores e turistas da tradição gaúcha, promovendo educação ambiental e valorização de espécies nativas. O texto está em tramitação na CMPA.
Entre na conversa da comunidade