- Boletim médico aponta que Trump continua com excelente saúde, mas precisa emagrecer.
- Aos 79 anos, realizou exames de rotina no início desta semana; relatório de três páginas detalha avaliações no Walter Reed.
- Funções cardíacas, pulmonares, neurológicas e físicas estão sólidas; o presidente está apto a cumprir as funções de comandante-em-chefe e chefe de Estado.
- Recomendada mudança de dieta, mais atividade física e perda de peso; hematoma na mão direita é causado por aperto de mão frequente e uso de aspirina.
- O presidente toma três medicamentos (dois para colesterol e aspirina para prevenção cardiovascular) e o boletim sugere reduzir a aspirina.
O presidente dos EUA, Donald Trump, de 79 anos, passou por exames de rotina no início desta semana. O boletim médico, divulgado na noite desta sexta-feira, informa que tudo ocorreu conforme o esperado.
Os testes foram realizados na última terça-feira (26) no Centro Médico Militar Nacional Walter Reed, segundo o relatório de três páginas. O documento descreve o quadro clínico do líder americano.
O médico responsável, capitão da Marinha Sean Barbarella, informou que as funções cardíacas, pulmonares, neurológicas e físicas estão sólidas. O presidente continua apto a exercer as funções de comandante-em-chefe e chefe de Estado.
Durante a avaliação, Barbarella recomendou ajustes na dieta, maior atividade física e perda de peso. O objetivo é melhorar o condicionamento geral do mandatário.
O relatório também aborda um hematoma na mão direita de Trump. A lesão é atribuída a apertos de mão frequentes e ao uso de aspirina para prevenção cardiovascular. O uso contínuo de maquiagem tem sido observado na mão.
Trump toma três medicamentos: dois para o colesterol e aspirina para prevenção de doenças cardíacas. O boletim recomenda reduzir a dose de aspirina.
O check-up desta semana foi o terceiro desde a posse, em 20 de janeiro de 2025, com exames semestrais anunciados pela Casa Branca. Na terça, Trump descreveu os procedimentos como “perfeitamente bem” em publicação na Truth Social.
Em relação à agenda, o texto aponta que, desde o início do primeiro mandato, houve queda no número de viagens nacionais. No entanto, as viagens ao exterior permanecem frequentes, mantendo a pauta de entrevistas com a imprensa.
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