- O governo Trump sinalizou recuar do fundo anti-weaponization de $1.766 bilhões, criado para compensar pessoas que alegaram terem sido injustamente processadas durante as gestões de Biden e Obama.
- Em primeiro de junho, o Departamento de Justiça disse que pararia de trabalhar no fundo após uma decisão judicial federal que bloqueou temporariamente sua criação.
- A medida enfrentou oposição bipartidária no Congresso e foi vista como entrave a uma lei de fiscalização de imigração; o juiz da Virgínia determinou, em vinte e nove de maio, que não fossem tomadas novas ações, incluindo transferências de recursos.
- Testemunhos indicam que houve reunião entre o presidente da Câmara, Mike Johnson, e o presidente Donald Trump, o que teria influenciado a decisão do Departamento de Justiça, segundo fontes.
- A imprensa informou que Trump planeja abandonar o fundo por completo; o projeto previa um comitê de cinco integrantes para decidir pagamentos, com críticas de que poderia beneficiar condenados ligados ao ataque ao Capitólio.
O governo Trump sinalizou que está recuando do controverso fundo de 1,766 bilhões de dólares destinado a compensar cidadãos que teriam sido processados de forma injusta durante as gestões de Biden e Obama. A pouco antes da decisão, a Justiça bloqueou temporariamente a criação do fundo.
A decisão foi anunciada pelo Departamento de Justiça, que afirmou que vai interromper o trabalho sobre o tema após a ordem judicial. A oposição ao projeto foi unânime entre democratas e republicanos e dificultou a aprovação de uma medida de endurecimento da fiscalização de imigração.
A ordem veio de um juiz federal na Virgínia, que proibiu ações adicionais para criar ou operar o fundo, incluindo a transferência de recursos federais. Uma audiência está marcada para 12 de junho no âmbito de um processo movido por adversários, entre eles um promotor que atuou contra participantes do 6 de janeiro de 2021.
A decisão do DOJ ocorreu depois que o tema ganhou destaque em encontros envolvendo altas autoridades. Segundo fontes, o presidente Donald Trump discutiu o fundo com o presidente da Câmara, Mike Johnson, em uma reunião no White House em 1º de junho, o que influenciou a comunicação oficial.
Fontes próximas apontam que Trump pretende abandonar o fundo por completo. Relatórios citam a conclusão de que o governo pode encerrar o projeto, segundo aliados da administração. A negociação foi amplamente recebida como obstáculo ao pacote de política interna.
O fundo era definido pela Casa Branca com comitê de cinco pessoas, indicado pelo procurador-geral interino Todd Blanche, para decidir pagamentos a reclamantes. O texto não previa salvaguardas robustas e admitia pagamentos a candidatos ligados a incidentes de 6 de janeiro.
Críticos alertaram para o risco de desvio de recursos a defensores condenados pela invasão ao Capitólio. O Senado e líderes republicanos discutem a necessidade de encerrar o assunto, sem confirmação de continuidade judicial.
A situação segue sem resposta oficial do White House sobre a continuidade do litígio ou o desmantelamento definitivo do fundo. O Departamento de Justiça não comentou se continuará lutando nos tribunais ou se suspenderá a iniciativa.
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