- Rodrigo Jalloul, clérigo xiita brasileiro, deixou o PT e filiou-se ao União, tornando-se pré-candidato a deputado estadual.
- O político posou ao lado de Milton Leite, cacique do União em São Paulo, e de Ricardo Teixeira, presidente da Câmara Municipal.
- Jalloul afirma ser alvo de mensagens agressivas nas redes por sua filiação ao União e por sua relação com o padre Júlio Lancellotti.
- Ele também citou ataques vindos de militantes de esquerda que não respeitam a individualidade dele.
- Além do PT, Jalloul já passou por PSOL e MDB, dizendo que dentro do PT não tinha chance devido à manutenção de veteranos no poder.
O clérigo xiita Rodrigo Jalloul, de São Paulo, anunciava recentemente sua filiação ao União após deixar o PT, partido pelo qual disputou a eleição de 2024 para vereador. A mudança ocorreu em meio a expectativa de disputar cargo público novamente.
A decisão de ingressar no União coincidiu com a divulgação de críticas e ataques virtuais contra ele, segundo o próprio. Jalloul afirma estar recebendo mensagens agressivas por ter migrado de legenda. Ele aponta a pressão como parte do embate político atual.
Pré-candidato a deputado estadual, Jalloul posou para fotos ao lado do presidente do União em São Paulo, Milton Leite, e do atual presidente da Câmara Municipal de Vereadores, Ricardo Teixeira. A agenda ocorreu após a filiação ao novo partido.
Contornos da filiação e das críticas
O clérigo relata que há uma postagem nas redes que associa o União a perseguições, citando o caso de um padre conhecido pela defesa de causas sociais. Segundo Jalloul, esse tipo de conteúdo é usado para buscar cancelamento na internet.
Ele afirma ter deixado o PT por achar que a legenda priorizava a manutenção de lideranças antigas, o que, na visão dele, dificultava a atuação de novos nomes. Além do PT, já passou por PSOL e MDB.
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