- O coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, Rogério Marinho, afirmou que aliados de Lula propagaram fake news ao dizer que a PEC da oposição criaria a escala de trabalho 7×0.
- Parlamentares governistas dizem nas redes que a proposta retiraria direitos dos trabalhadores sem redução da jornada; a PEC mantém a jornada semanal máxima de 44 horas.
- A proposta permite ao trabalhador optar por um regime flexível com pagamento por horas trabalhadas, com benefícios proporcionais à carga horária.
- Marinho afirmou que a PEC não elimina o 13º salário, o FGTS nem qualquer outro direito.
- Segundo o coordenador, a principal controvérsia é que a PEC ampliaria a negociação direta entre trabalhador e empregador, reduzindo a influência dos sindicatos.
O coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, senador Rogério Marinho (PL-RN), acusou aliados de Lula de propagarem fake news nas redes ao sugerirem que a PEC de oposição criaria a escala de trabalho 7×0. A acusação foi feita nas redes sociais.
Governistas vêm difundindo conteúdos que afirmam que a proposta da oposição, em contraponto à redução da escala 6×1, retiraria direitos e não asseguraria folga aos trabalhadores. Entre os conteúdos amplificados estão relatos sobre impactos na CLT.
Marinho sustenta que a PEC não elimina o 13º salário, o FGTS nem qualquer direito existente. Ele afirma que a legislação manteria a jornada de 44 horas semanais, conforme a Constituição, com a possibilidade de pagamento por horas trabalhadas.
Pontos-chave da PEC
A proposta estuda possibilitar um regime flexível em que o trabalhador recebe conforme as horas efetivamente trabalhadas. Nesse modelo, os benefícios seriam proporcionais à carga horária.
A PEC sustenta manter o teto de 44 horas semanais e manter direitos já existentes, desde que o regime seja acordado entre empregado e empregador sem eliminação de garantias atuais.
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