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Durigan afirma que PCC e Comando Vermelho geram temor no Brasil

Ministro da Fazenda afirma que PCC e CV promovem terror social no Brasil e critica classificação dos EUA; defende reforço policial e cooperação internacional

Ministro da Fazenda afirma que combate às facções deve ocorrer com fortalecimento das polícias e cooperação internacional
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  • O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o PCC e o Comando Vermelho provocam “terror social” no Brasil.
  • A declaração ocorreu ao comentar a classificação dos grupos como organizações terroristas pelos Estados Unidos.
  • Durigan disse que o combate ao crime organizado deve fortalecer as polícias e contar com cooperação internacional e compartilhamento de informações.
  • O governo brasileiro diz estar aberto a receber informações que ajudem investigações; afirmou que há canal aberto para quem quiser colaborar.
  • O ministro citou ações da Receita Federal contra esquemas de lavagem de dinheiro ligados ao crime organizado, com movimentação de aproximadamente R$ 26 bilhões via fintechs.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse ao SBT News que o PCC e o Comando Vermelho provocam terror social no Brasil. A declaraçao ocorreu após a decisão dos EUA de classificar as facções como organizações terroristas, anunciada no início desta semana.

Durigan afirmou que as facções representam uma ameaça grave à segurança pública e defendem o fortalecimento das polícias brasileiras. O governo tem defendido o combate ao crime organizado por meio de cooperação internacional e troca de informações de inteligência.

Ele mencionou que o Brasil tentou evitar a classificação durante negociações com autoridades norte-americanas e destacou que cooperação entre países é essencial para investigações. O ministro sinalizou abertura para novas informações que ajudem as apurações em andamento.

RISCO BRASIL

O ministro comentou que a classificação pode afetar a percepção de risco do Brasil por investidores estrangeiros, o que pode impactar o ambiente de capitais. A avaliação é de que a medida não reflete a atuação do país no enfrentamento ao crime.

Durigan citou ações da Receita Federal contra esquemas de lavagem de dinheiro ligados ao crime organizado. Segundo ele, investigações recentes mostraram movimentação de cerca de 26 bilhões de reais por fintechs usadas por organizações criminosas.

As informações apontam que o governo busca manter o controle sobre o tema com operações de inteligencia, cooperação internacional e monitoramento de fluxos financeiros. Autoridades destacam que as ações nacionais continuam em curso.

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