- Flávio Bolsonaro, Romeu Zema e Ronaldo Caiado estarão em Minas Gerais entre primeiro e segundo, em agendas públicas pela primeira vez como presidenciáveis.
- Na segunda à noite, participam de painéis do Eloos Itatiaia dedicados ao agronegócio; na terça, integram a abertura da Megaleite, feira de pecuária leiteira.
- O encontro pode destravar pendências entre a direita em nível estadual e nacional, com Minas tendo peso estratégico no cenário eleitoral.
- No estado, o palanque para eventual reeleição do governador Mateus Simões é incerto: ele é do PSD de Caiado, mas apoia Zema para presidente.
- A situação de candidaturas mineiras segue sem definição: Flávio não tem candidato definido; o senador Cleitinho Azevedo ainda não confirmou a própria candidatura, e Nikolas Ferreira tem oposição fortalecida no estado.
O senador Flávio Bolsonaro (PL), junto aos ex-governadores Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD), participa de agendas em Minas Gerais entre esta segunda, 1º, e terça-feira, 2. Os três chegam ao estado já como pré-candidatos à Presidência da República.
Na noite de segunda, eles integram painéis do Eloos Itatiaia, com debate sobre temas do agronegócio. Na manhã de terça, participam da abertura da Megaleite, feira de pecuária leiteira, também em Minas.
A agenda pode destravar questões importantes para o campo da direita, tanto no plano estadual quanto nacional. Em Minas, o palanque para a reeleição do governador Mateus Simões (PSD) divide apoio entre Caiado e Zema, enquanto Flávio ainda não definiu candidato local.
Possível alinhamento entre Zema e Caiado
Em semanas anteriores, Zema e Caiado já sinalizaram interesse em unidade da centro-direita em nível nacional. A atuação conjunta em Minas, com a presença de Flávio Bolsonaro, é vista como possível passo para consolidar estratégias para as eleições nacionais e estaduais.
O cenário mineiro permanece incerto: Cleitinho Azevedo (Republicanos) lidera pesquisas para o governo, mas ainda não confirmou candidatura, e há resistência interna no PSL/PL e no PSD sobre apoios locais. A temporada eleitoral exige ajustes de alinhamento entre as siglas.
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