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Google mantém proibição de anúncios políticos nas eleições de 2026

Google mantém veto a anúncios políticos no Brasil até as eleições de 2026, restringindo conteúdos de candidatos no Google Ads

Página inicial do Google; ferramenta de tradução é usada por 1 bilhão de pessoas no mundo
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  • Google manterá a proibição de anúncios políticos no Google Ads para as eleições de 2026, em linha com diretriz anunciada em 2024.
  • A medida, inicialmente voltada às eleições municipais de 2024, impede veiculação de conteúdo relacionado a candidatos políticos no Brasil.
  • A empresa informou que não exibirá anúncios políticos e que mantém o compromisso de apoiar a integridade das eleições, dialogando com autoridades.
  • O TSE definiu regras para transparência: repositório de anúncios para acompanhamento em tempo real e informações sobre valores, responsáveis pelo pagamento e público-alvo.
  • O tribunal também determinou diretrizes para conter desinformação, incluindo medidas sobre IA, com restrição de conteúdos criados por IA nas 72 horas que antecedem as eleições e avisos explícitos de conteúdo artificial.

O Google manterá a proibição de anúncios políticos para as eleições de 2026. A medida, anunciada em 2024, se aplica a todo o Brasil e impede a veiculação de conteúdo relacionado a candidatos no Google Ads.

A decisão foi tomada com foco nas eleições municipais daquele ano. A empresa afirmou que, desde maio de 2024, não permite anúncios políticos em seu principal fluxo de publicidade no país.

Segundo o Google, a medida está alinhada a diretrizes globais para a integridade eleitoral e foi comunicada às autoridades brasileiras. A empresa destacou o compromisso com processos eleitorais transparentes.

Contexto regulatório e impactos

O Tribunal Superior Eleitoral havia definido, em 2024, regras para transparência de anúncios e combate à desinformação. Entre elas, a obrigação de disponibilizar um repositório de propagandas para acompanhamento em tempo real pelo TSE.

O TSE também determinou diretrizes para as grandes plataformas tecnológicas, com foco na redução de conteúdos enganosos que possam influenciar o pleito. Medidas adicionais passaram a vigorar para uso de IA.

Entre as ações previstas, destacam-se restrições a conteúdos criados ou alterados por IA nas 72 horas que antecedem o dia de votação e avisos explícitos de que o material é artificial.

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