- O governo federal registra queda de 32% no número de peritos médicos em vinte anos, segundo dados levantados pela coluna.
- Em resposta a requerimento da Câmara, o Ministério da Previdência Social defende medidas para reduzir filas, incluindo atendimento remoto.
- Atestmed permite envio de documentação médica por canais digitais ou diretamente nas agências do INSS, sem necessidade de agendamento.
- Perícia Conectada viabiliza perícias por telemedicina como parte das medidas de atendimento.
- Programa de Gerenciamento de Benefícios busca ampliar o atendimento aos servidores; o último certame ocorreu no ano passado, e nomeações dependem de limite orçamentário.
Com queda de 32% no número de peritos médicos nos últimos 20 anos, o governo federal aposta no teleatendimento para destravar a fila do INSS. A defesa foi apresentada pelo Ministério da Previdência Social em resposta a requerimento de informação na Câmara dos Deputados.
De 2007 a este ano, o total de peritos caiu de 5.245 para 3.556, segundo levantamento exclusivo da coluna R7 Planalto. Os dados foram obtidos via Lei de Acesso à Informação e divulgados pela primeira vez pelo veículo.
Nesta semana, o ministério respondeu a questionamento de parlamentar sobre defasagem, especialmente no Rio de Janeiro, onde a demanda é elevada. A pasta informou que a capacidade de atendimento envolve fatores operacionais, tecnológicos e organizacionais.
Medidas defendidas pelo Ministério para reduzir filas
- Atestmed: envio de documentação médica por canais digitais ou diretamente nas agências, sem necessidade de agendamento.
- Perícia Conectada: perícias realizadas por telemedicina.
- Programa de Gerenciamento de Benefícios: iniciativa para ampliar o atendimento dos servidores.
Sobre novos concursos, o Ministério afirmou que o último certame, realizado no ano passado, segue válido, mas as nomeações dependem de limite orçamentário. A pasta não revelou datas de vagas adicionais.
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