- O pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT, Fernando Haddad, afirmou em 1º de junho de 2026 que apresentará “o melhor plano de segurança que São Paulo já conheceu”.
- O plano será estruturado em três níveis de atuação: atacar o andar de cima do crime organizado, atuação territorial com inteligência e integração das forças sem truculência, e proteção de vítimas vulneráveis.
- No segundo nível, há foco em policiamento territorial apoiado por inteligência e pela cooperação entre forças de segurança.
- Haddad defende a integração das forças nacionais, federais, estaduais e municipais como eixo central da estratégia de combate ao crime organizado.
- Pesquisas indicam que violência é a principal preocupação dos brasileiros; estudo da Ipsos, divulgado em fevereiro de 2026, aponta crime citado por 41% dos entrevistados.
Fernando Haddad, pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT, afirmou nesta segunda-feira, 1º de junho de 2026, em entrevista ao UOL, que vai apresentar o que considera o melhor plano de segurança já visto no estado.
A proposta de Haddad será estruturada em três níveis de atuação. O primeiro mira o chamado andar de cima do crime organizado, com ações de inteligência semelhantes às usadas em operações contra estruturas financeiras ilícitas.
No segundo nível, o foco é o policiamento territorial com maior integração entre as forças, priorizando inteligência e operação sem truculência.
O terceiro nível aborda crimes contra vítimas vulneráveis, como crianças, idosos, mulheres e pessoas com deficiência, cometidos por pessoas próximas ou do convívio social.
Haddad destacou ainda a defesa da integração das forças de segurança como eixo central da estratégia contra o crime organizado, defendendo a cooperação entre forças nacionais, federais, estaduais e municipais.
Segundo o ex-ministro, a integração não deve ser exceção, mas regra de atuação entre as esferas de segurança, com maior articulação entre os órgãos.
O cenário público brasileiro aponta, segundo pesquisas, que segurança está entre as principais preocupações. Dados de uma pesquisa da Ipsos, divulgada em fevereiro de 2026, indicam que crime e violência aparecem como tema relevante para 41% dos entrevistados, seguidos por saúde e corrupção.
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