- O senador Izalci Lucas (PL-DF) defende que a jornada semanal seja definida por negociação entre patrões, trabalhadores e sindicatos, flexibilizando a CLT.
- Ele critica propostas de redução da jornada e diz que a legislação precisa acompanhar as transformações tecnológicas e o mercado.
- Izalci pediu a ampliação do teletrabalho em atividades compatíveis com o modelo remoto, para aumentar produtividade e reduzir deslocamentos.
- O parlamentar afirmou que muitas atividades, como conferências virtuais com procuradores, poderiam ser feitas de casa.
- Ele também criticou medidas do governo de reduzir a tributação sobre importações de até US$ 50, argumentando que isso prejudica empresas brasileiras e aumenta a dívida pública e os prejuízos de estatais.
O senador Izalci Lucas (PL-DF) defendeu flexibilizar a jornada de trabalho e ampliar o teletrabalho, afirmando que a legislação precisa acompanhar a tecnologia e as diferentes realidades do mercado. A negociação entre patrões, trabalhadores e sindicatos ficaria como base.
Ele disse que a CLT, criada na década de 1940, não reflete mais a realidade atual e que as regras devem ser definidas por acordo entre as partes, sem fixar um teto único para todos os setores.
Além disso, o parlamentar apontou a valorização do teletrabalho em atividades compatíveis, destacando ganho de produtividade e menor tempo de deslocamento para o trabalhador.
Mudança de tema
O senador também criticou medidas econômicas do governo, em especial a tributação sobre importações de até US$ 50, afirmando que a medida prejudica empresas nacionais, aumenta a dívida pública e acarreta prejuízos a estatais.
Essa posição faz parte do debate no Congresso sobre reformas trabalhistas e políticas macroeconômicas, com diferentes atores cobrando impactos ainda não formalizados. A reprodução desta notícia é pela Agência Senado.
Entre na conversa da comunidade