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TCE rejeita contas de 2025 de Cláudio Castro; perdas ligadas ao Banco Master

TCE rejeita contas de Cláudio Castro por distorções na apresentação de valores; aponta superavaliação de ativos, incluindo R$ 1,13 bilhão ligada ao Banco Master, e auditoria sobre investimentos

Cláudio Castro gravou vídeo se defendendo — Foto: Reprodução
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  • O Tribunal de Contas do Estado do Rio rejeitou as contas de 2025 do governo Cláudio Castro por três votos a um.
  • O relatório aponta distorções generalizadas na apresentação dos valores, segundo o conselheiro José Gomes Graciosa.
  • Houve superavaliação artificial de ativos, incluindo R$ 1,13 bilhão sem provisão de perdas ligada ao Banco Master.
  • Investimentos de R$ 5,01 bilhões, classificados de forma inadequada, no Banco Master, no banco Mirae e no Banco Genial serão alvo de auditoria extraordinária da corte.
  • O relatório segue para a Alerj, onde os deputados decidirão se aprovam ou rejeitam as contas.

O Tribunal de Contas do Estado do Rio rejeitou, na tarde desta segunda-feira, as contas de 2025 do governo de Cláudio Castro, com decisão de 3 votos a 1. A decisão ocorreu no Rio de Janeiro e ainda será submetida à Assembleia Legislativa (Alerj) para aprovação final ou rejeição pelos deputados.

Entre os argumentos apresentados, o conselheiro José Gomes Graciosa destacou distorções generalizadas na apresentação dos valores. O voto aponta superavaliação artificial de ativos estatais, incluindo um montante de R$ 1,13 bilhão sem provisão de perdas ligado ao Banco Master.

Investimentos avaliados em R$ 5,01 bilhões estariam classificados de forma inadequada entre o Banco Master, o banco coreano Mirae e o Banco Genial, segundo o parecer. A corte decidiu abrir uma auditoria extraordinária para apurar esses itens.

Auditoria extraordinária e próximos passos

A análise adicional será conduzida pelo TCE com foco nesses ativos. O relatório, já elaborado, será encaminhado à Alerj, onde os deputados decidirão pela aprovação ou rejeição das contas do governo estadual.

A leitura dos votos enfatiza a necessidade de esclarecimentos sobre a metodologia de avaliação de ativos e a eventual exigência de correções no balanço público. O desfecho depende da atuação do Legislativo estadual.

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