- Aliados de Trump veem a medida tarifária dos Estados Unidos como recado ao governo de Lula e ao ministro do STF Alexandre de Moraes, com críticas a posições brasileiras sobre facções criminosas e liberdade de expressão nas redes.
- O governo de Donald Trump criou um fundo de até US$ 8,88 milhões para treinar investigadores, promotores, juízes e autoridades financeiras da América Latina e do Caribe no combate a organizações classificadas como terroristas, após os EUA incluírem PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras, validade a partir de 5 de junho.
- O presidente do STF, Edson Fachin, marcou para 10 de junho o julgamento dos recursos apresentados por grandes empresas de tecnologia contra decisão que ampliou a responsabilização das plataformas por conteúdos publicados por usuários.
- O 14º Fórum de Lisboa, conhecido como “Gilmarpalooza” por ser organizado pelo ministro Gilmar Mendes, começou com menor presença de autoridades em comparação à edição de 2025, em contexto do caso Banco Master e com anúncio de um Código de Ética pela Corte.
- O Sem Rodeios é veiculado às 13h30 pelo canal do YouTube Gazeta do Povo.
O programa Sem Rodeios desta terça-feira (02) destacou a percepção de aliados de Donald Trump de que a medida tarifária dos EUA serve como recado ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva e ao ministro do STF Alexandre de Moraes. Segundo a Folha de S.Paulo, a ala republicana critica declarações do governo brasileiro sobre o combate às facções criminosas e aponta Moraes como responsável por restrições à liberdade de expressão em decisões envolvendo redes sociais.
Fundo contra organizações criminosas
O governo americano criou um fundo de até 8,88 milhões de dólares para financiar o treinamento de investigadores, promotores, juízes e autoridades financeiras da América Latina e do Caribe no enfrentamento de organizações classificadas como terroristas. A medida surge dias após o reconhecimento do PCC e do Comando Vermelho como grupos terroristas estrangeiros, com vigência a partir de 5 de junho.
Fachin marca julgamento de grandes plataformas
O presidente do STF, Edson Fachin, confirmou para 10 de junho o julgamento de recursos apresentados por gigantes da tecnologia, como Google e Meta. A ação contesta decisão da Corte que ampliou a responsabilização das plataformas por conteúdos publicados por usuários.
Fórum de Lisboa aponta redução de participação
O 14º Fórum de Lisboa, conhecido informalmente como Gilmarpalooza, teve menos autoridades presentes do que em 2025. O esvaziamento ocorre após repercussões do caso Banco Master, que envolveu membros do Judiciário e levou o presidente do STF, Edson Fachin, a lançar um Código de Ética para a Corte.
Contexto institucional e repercussões
A cobertura reúne ações regulatórias e institucionais envolvendo o STF, o governo brasileiro e autoridades americanas, destacando tensões entre políticas públicas de segurança e liberdades civis. O tema envolve decisões sobre redes sociais, fiscalização de conteúdo e ética no Judiciário.
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