Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Empresa associada a Virginia Fonseca é investigada por ligação com o PCC

Polícia Federal investiga possíveis ligações da WePink com o PCC; apuração foca origem de recursos e operações financeiras do grupo

Foto: Mais Novela
0:00
Carregando...
0:00
  • A revista Piauí revelou que a WePink teve origem ligada à Pink Lash, empresa de estética fundada em São Paulo por Samara Martins e Thiago Stabile, que hoje são sócios de Virginia Fonseca.
  • Na fase inicial da Pink Lash, a sócia Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como “Japa do PCC”, investiu cerca de 800 mil reais na abertura da primeira unidade.
  • Mori disse ter financiado o aporte com a venda de um carro do marido, o falecido Wagner Ferreira da Silva, apontado como liderança do PCC na Baixada Santista.
  • A sociedade foi encerrada antes de Virgina ingressar na WePink, que hoje é presidida por Virginia Fonseca e Chaopeng Tan, e atingiu cerca de 1,3 bilhão de reais de faturamento em 2025.
  • A Polícia Federal analisa a legalidade das operações após relatórios do Coaf apontarem movimentações atípicas em contas vinculadas a Virginia e ao grupo WePink; advogados da influenciadora negam irregularidades, dizendo que os valores referem-se a cachês de campanhas.

Uma reportagem publicada pela revista Piauí aponta que a WePink, empresa de cosméticos da influenciadora Virginia Fonseca, pode estar sob investigação da Polícia Federal. O texto detalha a origem do negócio e ligações anteriores a outra empresa do grupo.

Segundo a matéria, a marca tem raízes na empresa Pink Lash, criada em 2017 por Samara Martins e Thiago Stabile, que hoje são sócios de Virginia. A produção inicial envolvia a participação de Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como Japa do PCC.

A reportagem afirma que Mori investiu cerca de 800 mil reais na abertura da primeira unidade da Pink Lash. Ela sustenta que o dinheiro veio da venda de um carro do marido, falecido, apontado como liderança do PCC na Baixada Santista.

A sociedade na Pink Lash foi encerrada antes da criação da WePink, que contou com Virginia Fonseca e o empresário chinês Chaopeng Tan. A WePink faturou cerca de 1,3 bilhão de reais em 2025, segundo a Piauí.

Virginia Fonseca disse ter conhecido Mori em eventos ligados à Pink Lash, mas afirmou que não associa pessoas a possíveis envolvimentos de terceiros apenas por relações comerciais. Ela disse confiar nos sócios.

Investigação da Polícia Federal

A Piauí informa que Virginia estaria sob investigação com base em Relatórios de Inteligência Financeira do Coaf, que identificaram movimentações atípicas em contas ligadas a ela e ao grupo, incluindo a WePink.

A investigação busca apurar a legalidade das operações, a origem de recursos e possível prática de crimes financeiros ou lavagem de dinheiro. O foco envolve empresas do grupo, inclusive a AMP Pay Marketing.

De acordo com a matéria, houve atenção aos volumes de transferências da AMP Pay, empresa do Simples Nacional, questionadas por pareceres da PF por não coincidirem com a magnitude dos valores.

Advogados de Virginia negaram irregularidades, afirmando que os valores correspondem a cachês de campanhas publicitárias contratadas regularmente. A PF não confirmou ou comissionou informações adicionais até o momento.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais