- Flávio Bolsonaro afirma não acreditar em uma candidatura única de Romeu Zema e Ronaldo Caiado, defendendo a pluralidade de opções de direita contra Lula.
- O ex-presidente Jair Bolsonaro escolheu o filho mais velho para substituí-lo, mas ainda não definiu quem será o vice na chapa.
- Zema e Caiado sinalizam possibilidade de aliança, mas as negociações ainda são incipientes.
- Tereza Cristina foi cotada para vice, negou convite e pretende disputar o Senado; Lula já definiu Geraldo Alckmin como vice.
- Na direita, há várias pré-candidaturas surgindo; na esquerda, Lula mantém alianças com o PT e aliados, com outros nomes aparecendo no cenário.
Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, disse não acreditar em uma candidatura única de Romeu Zema e Ronaldo Caiado para enfrentar o presidente Lula. A afirmação foi feita em entrevista à rádio Itatiaia nesta terça (2). O senador afirmou que a pluralidade de opções de direita é positiva para revelar o que chama de desgoverno do atual governo.
Segundo o deputado, ele estimulou tanto a candidatura de Zema quanto a de Caiado, ressaltando a importância de ter vários pré-candidatos que apresentem propostas e versem sobre o governo Lula. A fala ocorreu em contexto de especulações sobre alianças na direita.
Impossibilitado de concorrer, Jair Bolsonaro indicou o filho mais velho para substituí-lo, mas ainda não houve definição sobre quem ocupará a vaga de vice na chapa. Trata-se de um tema que permanece em aberto entre Flávio e aliados.
Caiado, Zema e a possibilidade de aliança passaram a figurar no debate recente, com mudanças de tom. Caiado citou um possível sentimento favorável à união, enquanto Zema mencionou a chance de discutir a associação, ainda que haja sinalização de que as conversas estão em estágio inicial.
Possíveis nomes para a vice e o cenário da esquerda
Tereza Cristina, citada entre opções para compor com Flávio, negou ter sido procurada e afirmou que pretende concorrer ao Senado. O mandato atual da senadora vai até 2031. Em 2026, há eleições para cadeiras no Mato Grosso do Sul disputadas por Soraya Thronicke e Nelsinho Trad, que já confirmaram reeleições.
Na esquerda, Lula consolidou a frente com Geraldo Alckmin como vice anunciando atuação ao lado dele. O cenário envolve ainda nomes de siglas alinhadas à esquerda, como PSTU, UP e PCB, que mantêm posições críticas ao governo.
Na direita, além de Zema e Caiado, aparecem outros pré-candidatos como Renan Santos, Cabo Daciolo, Augusto Cury e Joaquim Barbosa, que ingressou ao DC. As candidaturas são vistas como competitivas, com diferentes perfis e históricos públicos.
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