- Flávio Bolsonaro afirmou ter pedido expressamente a Donald Trump para que as mercadorias brasileiras não fossem taxadas, em resposta à possibilidade de tarifas.
- O relatório ocorreu após reunião de Flávio com o presidente dos EUA, na semana passada, em Washington.
- O governo americano anunciou estudo para aplicar tarifa extra de 25% sobre importações brasileiras, como resposta a práticas comerciais consideradas desleais.
- A investigação, aberta em julho de 2025 pelo USTR, aponta políticas do Brasil em setores digitais, financeiro, ambiental e de propriedade intelectual como justificativa.
- O Brasil tem até 15 de julho para adotar medidas corretivas para evitar a aplicação definitiva das taxas; Flávio também criticou o governo Lula, dizendo que o petista perdeu a confiança dos Estados Unidos.
O pré-candidato Flávio Bolsonaro esteve nos Estados Unidos na semana passada, em reunião com o presidente Donald Trump. A agenda ocorreu após o governo norte-americano sinalizar tarifas sobre produtos brasileiros. Flávio afirmou nas redes sociais que pediu expressamente que o Brasil não seja taxado.
Segundo o senador, o objetivo foi manter relação comercial equilibrada entre os dois países. Ele também criticou o governo Lula, dizendo que o Brasil perde a confiança do governo americano ao cobrar cooperação sem reciprocidade. A leitura dele é de que o agro brasileiro sustenta o país e não deve ficar sujeito a tarifas.
Acompanhado de informações públicas, Flávio relatou o encontro e o contexto político. A fala reúne defesa de setores produtivos nacionais e críticas à condução administrativa de Brasília frente aos próximos acordos comerciais. O episódio ocorre em meio a tensão comercial entre Brasil e EUA.
Novo tarifaço
O governo dos EUA informou, na madrugada desta terça, a análise de uma tarifa adicional de 25% sobre importações do Brasil. A medida responde a uma apuração iniciada em julho de 2025 pela USTR, que avaliou políticas brasileiras nos setores digital, financeiro, ambiental e de propriedade intelectual.
A determinação aponta ações brasileiras consideradas desleais por restringirem o comércio com os EUA. Há prazo até 15 de julho para o Brasil adotar medidas corretivas, antes da aplicação definitiva das taxas.
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