- O Departamento de Justiça (DOJ) informou que não avançará com o chamado “fundo de desmilitarização anti-weaponization” de Donald Trump, que poderia pagar pessoas condenadas por agredir policiais no 6 de janeiro de 2021.
- O DOJ disse, em nota de 1º de junho, que seguirá uma decisão judicial que colocou o fundo em pausa temporária, antes de uma audiência marcada para 12 de junho.
- O valor do fundo é de US$ 1,776 bilhão e gerou atrito entre a Casa Branca e o Congresso, com republicanos do Senado pedindo limitá-lo ou descartá-lo.
- Em audiência, o atual procurador-geral interino Todd Blanche afirmou: “não estamos avançando com o fundo, ponto”.
- Blanche manteve aberta a possibilidade de o DOJ disputar ações legais já movidas contra o fundo, mas repetiu que não seguirá adiante com o projeto.
O Departamento de Justiça informou que não seguirá adiante com o fundo de anti-weaponização proposto pelo presidente Donald Trump. O mecanismo poderia financiar pessoas condenadas por atacar policiais durante o ataque ao Capitólio, em 6 de janeiro de 2021, em Washington.
A declaração foi emitida em 1º de junho e sinaliza cumprimento a uma decisão judicial que suspendeu temporariamente o fundo, antes de uma audiência marcada para 12 de junho. O DOJ não respondeu a perguntas subsequentes sobre uma possível desistência permanente do projeto.
O montante total do fundo era de 1,776 bilhão de dólares. A iniciativa gerou críticas e uma aparente crise entre a Casa Branca e o Congresso, com senadores republicanos pressionando para que o fundo fosse limitado ou descartado.
Contexto político
Após o anúncio temporário, alguns senadores republicanos exigiram uma posição clara do governo sobre a continuidade da proposta. O titular interino do DOJ indicou que não haverá avanço com o fundo, apesar de manter defesas legais em litígios existentes. A administração não forneceu detalhes adicionais sobre desfechos legais.
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