- Gleisi Hoffmann, deputada federal e pré-candidata ao Senado pelo PT, lidera estratégia contra Moro no Paraná, apoiando Requião Filho para governador.
- Sergio Moro, ex-juiz da Lava Jato e pré-candidato ao governo do Paraná pelo PL, concorre com apoio de Flávio Bolsonaro para fortalecer a pauta de segurança pública.
- Em ato de pré-candidatura de Requião Filho, Gleisi chamou Moro de “juiz ladrão” e criticou a operação Lava Jato.
- Pesquisas da IRG Pesquisas, divulgadas no fim de maio, apontam Moro à frente no primeiro turno e com vantagem superior a vinte pontos no segundo turno contra Requião Filho.
- Deltan Dallagnol, ex-procurador da Lava Jato, é pré-candidato ao Senado pelo Novo; o cenário local envolve atritos com o PT, e houve decisão de Gilmar Mendes que derrubou penteado de uma multa/inelegibilidade no TRE-PR relacionada a Zeca Dirceu.
As eleições de 2026 no Paraná acendem novamente o embate entre PT e a oposição ligada à Lava Jato. No centro da disputa estão Gleisi Hoffmann, pré-candidata ao Senado pelo PT, e Sergio Moro, pré-candidato ao governo pelo PL. A atual polarização remete ao passado, mas se ajusta ao cenário local.
Gleisi critica Moro desde a operação Lava Jato e busca fortalecer a aliança com Requião Filho, do PDT, para o governo do estado. Moro, por sua vez, atua pela chapa com o PL, associando-se ao grupo de Flávio Bolsonaro e defendendo uma agenda de segurança pública e combate à corrupção.
No cenário de apoio, Moro utiliza a presença nacional para ampliar a disputa local e consolidar a liderança nas pesquisas. Ao mesmo tempo, a oposição pleiteia efeitos da agenda nacional sobre o pleito estadual, destacando a importância de consolidar votos em datas-chave de outubro.
Aposentadoria de Dallagnol e reedição da disputa
A candidatura de Deltan Dallagnol, do Novo, ao Senado também entra na disputa, integrando a aliança com Moro. Em meio a decisões judiciais envolvendo o TSE, o ex-procurador critica o uso de decisões que, segundo ele, favorecem adversários políticos.
Moro destaca impactos da agenda de Flávio Bolsonaro para a segurança pública, enquanto Gleisi mantém o eixo de críticas à gestão anterior e a alianças da direita. As eleições no Paraná run atraem atenções nacionais pela configuração entre apoio presidencial e réguas locais.
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