- No nono dia do júri de Henry Borel, Monique Medeiros e Jairinho devem ser interrogados perante a Corte, com início pela ré Monique e depois Jairinho, conforme decisão do desembargador.
- Os interrogatórios ocorrem após a fase de instrução, com testemunhas de defesa e de acusação já ouvidas, além de peritos criminais.
- Durante a sessão, o juiz, o Ministério Público, o assistente de acusação e os advogados de defesa vão compor as perguntas dos réus; após os interrogatórios, seguem-se os debates.
- Ao todo, 22 pessoas foram ouvidas até o momento, incluindo delegados, médicos legistas, testemunhas técnicas e familiares.
- O julgamento, no II Tribunal do Júri da Capital, pode se estender pelo fim da semana e a decisão final caberá ao Conselho de Sentença, que definirá condenação ou absolvição.
O júri do caso Henry Borel entra no nono dia com o interrogatório dos réus Monique Medeiros e Jair Bolsonaro? Não, Jairinho. O julgamento ocorre no II Tribunal do Júri da Capital, no Centro do Rio de Janeiro, nesta terça-feira (2/6). A sessão envolve Monique e Jairinho sendo questionados pela Justiça, Ministério Público, assistente de acusação e defesa. O objetivo é reunir informações para a defesa do veredito.
Conforme decisão do desembargador Sidney Rosa da Silva, Monique deve ser a primeira a passar pelo interrogatório, seguido de Jairinho. Os dois respondem perante a Corte, o juiz, o Ministério Público e a assistência de acusação, em fase decisiva do júri após a instrução. A audiência ocorre após a oitiva de testemunhas de defesa e de acusação.
Durante a instrução, 22 testemunhas e peritos já foram ouvidos, incluindo delegados, médicos legistas e familiares. As próximas etapas seguem para debates, com tempo previsto para a pronúncia da acusação e da defesa.
O caso envolve Henry Borel, morto em 8 de março de 2021 na Barra da Tijuca, no apartamento em que morava com a mãe Monique Medeiros e o padrasto Jairinho. A defesa aponta versão inicial de acidente; o MP sustenta homicídio com agravantes.
Jairinho é acusado de homicídio qualificado, tortura e coação no curso do processo, enquanto Monique é ré por homicídio por omissão, com qualificado por motivo torpe. O veredito depende do esclarecimento de dúvidas pela Corte e do testemunho agregado ao longo do julgamento.
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